Santa Catarina registra seis casos suspeitos de Mpox

Confira as cidades que têm casos suspeitos

Santa Catarina confirmou em 2026 seis casos suspeitos da doença viral Mpox, segundo informações da Secretaria do Estado da Saúde (SES). Apesar de nenhum caso ter sido oficialmente confirmado até o momento, a SES mantém Plano de Contingência e vigilância ativa, coordenando ações para identificar e monitorar possíveis novos casos em todo o estado.

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Os casos suspeitos foram notificados pelos municípios de Biguaçu, Florianópolis, Santo Amaro da Imperatriz e Palhoça.

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No Brasil, o Ministério da Saúde aponta 81 casos confirmados de Mpox em 2026.

Por ser uma doença incluída na Lista Nacional de Notificação Compulsória, todas as ocorrências suspeitas devem ser reportadas imediatamente para investigação, permitindo resposta rápida e medidas de prevenção adequadas.

O que é a Mpox e como se transmite

A Mpox, antes conhecida como varíola dos macacos, é uma doença viral zoonótica, causada pelo vírus monkeypox, do gênero Orthopoxvirus.

A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões cutâneas, fluidos corporais ou objetos contaminados, como roupas e lençóis.

A propagação entre pessoas é possível através de contato físico prolongado ou por gotículas respiratórias, cessando apenas quando as crostas das lesões desaparecem.

Sintomas mais comuns

Os sinais mais frequentes da doença incluem erupções ou bolhas na pele, febre, dor muscular, cansaço, aumento dos gânglios e dor de cabeça.

Na maior parte dos casos, a doença apresenta evolução leve a moderada, com recuperação espontânea entre 5 e 21 dias após a exposição.

Estratégia de vacinação

O Ministério da Saúde definiu a vacinação voltada para pessoas com maior risco de formas graves, baseada em avaliação técnica de especialistas.

A imunização pré-exposição inclui pessoas vivendo com HIV/aids com CD4 <200 e profissionais de laboratório que lidam diretamente com Orthopoxvírus em nível de biossegurança 2.

Já a pós-exposição abrange contatos diretos de alto ou médio risco com casos suspeitos, prováveis ou confirmados, conforme recomendações da OMS e avaliação local.

Alerta global

A disseminação da Mpox em países não endêmicos levou a OMS a declarar emergência de saúde pública internacional, reforçando a importância de diagnóstico precoce, monitoramento contínuo e orientação à população, para conter a circulação do vírus antes que ele se espalhe de forma mais ampla.

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Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações ND Mais

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