A partir de abril, os radares de velocidade instalados nas rodovias federais de Santa Catarina voltam a operar, marcando o início de uma nova etapa da fiscalização eletrônica no estado. A medida chega após um período em que os equipamentos permaneceram fora de funcionamento ou operando parcialmente, trazendo atenção renovada para a segurança no trânsito.
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A reativação faz parte de um contrato nacional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que prevê investimento de R$ 643,3 milhões para instalação, manutenção e operação de radares em dez estados brasileiros, incluindo Santa Catarina.
O acordo tem duração prevista de até cinco anos e abrange todo o sistema de controle eletrônico de velocidade, desde a instalação dos equipamentos até o registro das infrações nas rodovias federais.
Operação escalonada e critérios técnicos
A ativação dos radares seguirá um cronograma escalonado, conforme definido no Termo de Referência do Edital nº 054/2025. Ou seja, nem todos os equipamentos entrarão em operação simultaneamente.
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Segundo o DNIT, os locais foram selecionados seguindo a Instrução Normativa nº 43/2021, que prioriza pontos de maior risco à segurança viária, considerando fatores como histórico de acidentes, volume de tráfego, curvas, travessias urbanas e velocidades praticadas pelos motoristas.
Em Santa Catarina, os radares devem ser distribuídos ao longo de rodovias de grande fluxo e importância logística, como a
- BR-101,
- BR-470 no Vale do Itajaí, e as
- BR-282, BR-153 e
- BR-158, na região Oeste do estado.
O objetivo é concentrar a fiscalização em trechos com maior risco, prevenindo acidentes e aumentando a segurança de condutores e pedestres.
Com a retomada da operação, motoristas devem redobrar a atenção aos limites de velocidade, pois os equipamentos registrarão infrações automaticamente, o que pode resultar em aumento no número de multas aplicadas.
A medida reforça a importância do respeito às regras de trânsito, buscando reduzir acidentes e salvar vidas nas rodovias catarinenses.





