SC registra segunda menor taxa de analfabetismo do Brasil

Apenas 1,9% dos catarinenses são analfabetos, mostra IBGE

Santa Catarina possui a segunda menor taxa de analfabetismo do Brasil entre pessoas com 15 anos ou mais, informa o IBGE na PNAD Contínua – Educação. O dado divulgado refere-se ao segundo trimestre de 2024. A taxa estadual de analfabetismo é de 1,9%, ficando atrás apenas do Distrito Federal, que registra 1,8%. Enquanto isso, a média nacional está em 5,3%, mais que o dobro do índice catarinense.

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O analfabetismo mede a proporção de pessoas que não dominam leitura ou escrita básicas. Ele indica quantas pessoas têm dificuldade até mesmo para ler ou escrever recados simples. A PNAD Contínua aplica questionários extensos para amostra representativa todos os anos no segundo trimestre.

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O secretário de Planejamento, Fabrício Oliveira, destaca que esse avanço evidencia o desenvolvimento social.

“Acreditamos que alfabetização e qualificação caminham juntas para preparar indivíduos para os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais qualificado e exigente. O avanço na alfabetização representa, sobretudo, dignidade, inclusão social e novas oportunidades”, afirmou.

Ele salienta que políticas públicas voltadas à formação cidadã colaboram para reduzir desigualdades.

Em 2022, Santa Catarina tinha taxa de 2,2%, ocupando o terceiro lugar, empatado com São Paulo. Em 2024, com 1,9%, o estado subiu no ranking. O progresso marca uma trajetória de queda nessa taxa desde que iniciou a série histórica.

Para reforçar o aprendizado, o governo estadual desenvolve programas como Qualifica SC e Fortalecimento da Aprendizagem, que atuam no Ensino Fundamental, especialmente do 5º ao 9º ano, para alunos com dificuldades de leitura ou escrita.

Essas iniciativas incluem formação de professores e gestores com ações contextualizadas de alfabetização.

A Região Sul registra a menor taxa entre as regiões do país, com SC liderando, seguida por Rio Grande do Sul e Paraná. Outras regiões, como Sudeste e Centro-Oeste, apresentam taxas maiores. Os resultados refletem a efetividade e compromisso das políticas estaduais de educação.

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Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações Seplan | ASCOM

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