Nesta semana, iniciou-se o reajuste anual dos preços de medicamentos com preço tabelado, variando entre 3% e 4%. Esse aumento, regulamentado pela Lei 10.742, ocorre sempre no final de março e início de abril. O farmacêutico Helbert Baraúna, de Videira, explicou o motivo do reajuste.
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“O aumento é baseado na inflação do ano, que este ano foi de cerca de 5%. No entanto, isso não significa que todos os medicamentos terão o mesmo aumento, pois ele varia conforme o tipo de produto.”
O reajuste de 3,5% a 4% abrange medicamentos de referência, genéricos, similares, e até aqueles com preço livre, que não possuem limite fixado.
Baraúna ainda destacou que, apesar da variação, “nem todos os medicamentos terão o mesmo reajuste, pois os aumentos dependem do preço de cada categoria de medicamento”.
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Ele também fez um alerta sobre a importância da prescrição médica.
“É essencial que o consumidor sempre leve a receita ao comprar antibióticos e medicamentos controlados. A prescrição desses produtos deve ser feita pelo médico, pois a farmácia não pode vender sem a receita”, explicou o farmacêutico.
Baraúna também tranquilizou os consumidores que utilizam a Farmácia Popular.
“O aumento não afeta os medicamentos gratuitos distribuídos pelo programa Farmácia Popular. Os preços continuam os mesmos para quem recebe os remédios gratuitamente. Mas é importante garantir que a receita médica esteja dentro da validade de seis meses e que a documentação para a retirada esteja em ordem.”
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