A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) informou que Santa Catarina investiga atualmente 16 casos suspeitos de Mpox, conhecida também como varíola dos macacos.
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Até o momento, não há registros de casos autóctones confirmados no Estado. O único diagnóstico positivo em 2026 refere-se a um paciente de outro estado, que não é contabilizado como caso local pela Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC).
Além desses, existem dois casos classificados como prováveis, com exames inconclusivos ou amostras inadequadas, mas com vínculo epidemiológico.
A DIVE reforça que o cenário em Santa Catarina “permanece controlado”. No final de fevereiro deste ano, havia seis casos suspeitos apenas na Grande Florianópolis, notificados nas cidades de Biguaçu, Florianópolis, Santo Amaro da Imperatriz e Palhoça.
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De julho de 2022 até 21 de fevereiro de 2026, foram notificados 3.307 casos suspeitos de Mpox em todo o Estado, com 599 confirmados, 2.626 descartados e 61 classificados como prováveis. Durante esse período, houve uma morte, ocorrida em 2022.
Entre os casos recentes, seis perderam seguimento e 15 permanecem como suspeitos. Exames laboratoriais foram enviados a Natal para análise.
Transmissão e sintomas
A Monkeypox é causada pelo vírus monkeypox, do gênero orthopoxvirus, transmitido por animais ou por contato com lesões, fluidos corporais e materiais contaminados, como roupas de cama. O período de incubação varia de cinco a 21 dias, geralmente de seis a 13 dias.
A infectologista Sabrina Sabino alerta que uma nova variante do vírus apresenta transmissão inter-humana mais eficiente, podendo ocorrer por contato domiciliar prolongado e gotículas respiratórias, além do contato sexual.
Os sintomas incluem erupções na pele, febre e linfonodos inchados, e pacientes suspeitos devem procurar atendimento médico imediatamente, informando histórico de contato com casos confirmados ou suspeitos.
Nota da DIVE/SC
Em nota oficial, a DIVE destacou:
“A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) estadual informa que o cenário da Mpox em Santa Catarina permanece controlado. Até o momento, não há caso autóctone confirmado, sendo que temos 16 casos suspeitos em investigação e dois classificados como prováveis. Em 2026, apenas um paciente proveniente de outro estado teve diagnóstico positivo em Santa Catarina, não sendo contabilizado como caso local. Reforçamos que a vigilância permanece ativa e caso ocorra mudança no cenário, as informações serão divulgadas oportunamente.”
Santa Catarina segue monitorando de perto os casos, mantendo vigilância ativa e alertando a população sobre medidas preventivas, garantindo que qualquer alteração no quadro epidemiológico seja comunicada rapidamente.

