Foto: Divulgação
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados revelando que a idade média das mães em Santa Catarina é de 28,8 anos. Esta é uma das idades médias mais altas do país, ficando assim atrás somente se São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.
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O levantamento revela ainda, que a idade média da maternidade no Estado tem aumentado constantemente. Em 2000, era de 26 anos e em 2020 subiu para 28,6 anos. A previsão é que essa média alcance 29,5 anos até 2030 e continue crescendo.
Comparando com o restante do Brasil, Santa Catarina está acima da média nacional de 28,1 anos e da média da região Sul, que é de 28,7 anos.
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O Distrito Federal tem a média mais alta, com 29,7 anos, enquanto o Pará apresenta a mais baixa, com 25,9 anos.
Outro dado levantado pelas Projeções de População do IBGE é o da taxa de fecundidade, que indica o número médio de filhos por mulher em Santa Catarina.
Em 2022, dado mais recente, esse número era de 1,62 filhos por mulher, a 13ª maior taxa no país.
Em Santa Catarina, o número de filhos por mulher está abaixo do índice de reposição populacional, ou seja, caso o número de nascimentos siga nesse ritmo, a população deve diminuir ao invés de crescer.
A projeção do IBGE indica que a população catarinense crescerá até 2063, e no ano seguinte deve começar a encolher.
A taxa de 2,1 filhos por mulher é a estimativa necessária para que o tamanho da população continue o mesmo, sem considerar as dinâmicas de migração.
Desde o ano 2000, quando a taxa de fecundidade caiu para 1,99, o número é inferior ao índice de reposição populacional.
Em 2020, o índice foi de 1,63 e no dado mais recente, de 2022, de 1,62 filho por mulher.
O IBGE também projeta que a taxa de fecundidade em Santa Catarina deve ser de 1,51 em 2030, 1,47 em 2040, atingindo o patamar mínimo de 1,46 em 2050, e voltando a subir para 1,47 em 2060 e 1,50 em 2070.
A projeção detalhada indica que o menor valor deve ser atingido em 2048, com taxa de fecundidade de 1,459.
Depois dessa queda acentuada, a tendência de alta deve voltar a ocorrer em todo o país, com convergência para o patamar de 1,50 no ano de 2070.
As hipóteses são feitas com base em observações das tendências que ocorreram entre os anos 2000 e 2023, avaliando a média do Brasil.
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