Polícia Civil apreende R$ 1,5 milhão em roupas falsificadas em SC

Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos em empresas e residências

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou nesta quarta-feira, 13, a operação “Fake Brand”, nas cidades de Brusque e Balneário Camboriú. O objetivo foi desmantelar um esquema de falsificação de roupas e outros produtos. Durante a operação, foram apreendidos cerca de R$ 1,5 milhão em mercadorias contrafeitas.

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP E RECEBA NOTÍCIAS

Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos em três empresas e nas residências dos proprietários envolvidos.

Publicidade

Um dos mandados foi cumprido em Balneário Camboriú, na casa de um dos empresários, que é suspeito de liderar o esquema.

As investigações indicam que as empresas fabricavam e distribuíam mercadorias falsificadas de marcas renomadas como Dior, Louis Vuitton, Nike, Hugo Boss, Dolce & Gabbana, Balenciaga, Polo, Abercrombie e Adidas.

Além das roupas piratas, as autoridades encontraram em posse dos suspeitos cerca de R$ 48 mil em espécie, celulares e diversos materiais usados na falsificação.

Entre os itens apreendidos estavam etiquetas, embalagens e equipamentos de estamparia, todos destinados à produção das mercadorias contrafeitas.

Veja também

Santa Catarina pode ganhar 4 novas vagas na Câmara dos Deputados

Facção criminosa é alvo de operação policial em SC e no PR

A operação também resultou em autuações fiscais milionárias. Estima-se que as autuações pelas falsificações cheguem a R$ 1 milhão.

A Delegacia de Repressão aos Crimes Contra o Consumo (DCC), da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), foi a responsável pela operação. Ela contou com o apoio de outras delegacias da DEIC, como a DFAZ, DFRV, DCAC, DD e DLAV, além da Polícia Científica, da Secretaria da Fazenda de SC, do Conselho Estadual de Combate à Pirataria e do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

A operação “Fake Brand” visa combater o comércio de produtos falsificados, que prejudica tanto consumidores quanto empresas legítimas. Produtos piratas, como roupas e acessórios, podem representar riscos à saúde e segurança dos consumidores.

Além disso, o mercado de mercadorias contrafeitas também causa prejuízos econômicos significativos às marcas registradas.

Com o sucesso da operação, a Polícia Civil reforça seu compromisso em combater crimes contra o consumo e a pirataria. As investigações continuam e outros mandados podem ser cumpridos nos próximos dias.

Nossas Redes Sociais

YouTube

Facebook

Instagram

Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações ND Mais

Participe do grupo no Whatsapp do Portal RBV e receba as principais notícias da nossa região.

*Ao entrar você está ciente e de acordo com todos os termos de uso e privacidade do WhatsApp

Últimas Notícias

Menores e pessoas com deficiência terão entrada diferenciada na Expo Videira 2026

Quem pretende participar da Expo Videira 2026 com crianças...

Semana do Cinema começa nesta quinta com ingressos a partir de R$ 10

O Grupo Cine Videira participa da segunda edição da...

Alexandre Busato assume presidência do Sindicato da Madeira de Caçador

O Sindicato da Madeira de Caçador (Simca) realizou na...

Expo Videira 2026 não permitirá entrada com guarda-chuvas na Ser BRF

A Expo Videira 2026 começa nesta quinta-feira (10), às...

Caminhoneiro de Caçador morre em grave acidente na BR-116

Um grave acidente tirou a vida do caminhoneiro Oziel...

Moraes cancela pronunciamento que faria nesta quinta-feira no STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal...

Menores na Expo Videira 2026: veja quem pode acompanhar e quais documentos levar

Quem pretende levar crianças ou adolescentes para a Expo...