Santa Catarina tem a menor taxa de desemprego do país

No estado, a população ocupada cresceu 1,2%, e o rendimento médio aumentou 5,4%, alcançando R$ 3.800

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Santa Catarina se destaca no cenário nacional com a menor taxa de desemprego do Brasil. No terceiro trimestre de 2024, o estado registrou 2,8%, bem abaixo da média nacional de 6,4%. Esse número reflete uma redução significativa em relação ao ano passado, quando o índice estava em 3,2%.

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O estudo mostrou ainda que a nível nacional, o desemprego caiu 0,5 ponto percentual em relação ao segundo trimestre, atingindo 7 milhões de desocupados. Em comparação ao mesmo período de 2023, a redução foi ainda mais expressiva, com uma queda de 15,8%.

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Em termos de população ocupada, Santa Catarina também teve bons resultados. O número de pessoas empregadas no estado cresceu 1,2% no trimestre, assim como a média nacional, atingindo um total de 103 milhões de pessoas empregadas em todo o Brasil.

Esse aumento é impulsionado pela recuperação dos setores de serviços e pelo aumento do consumo das famílias.

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No Brasil, a taxa de ocupação atingiu seu maior nível desde 2012.

Rendimento médio dos trabalhadores

Em Santa Catarina, o valor subiu 5,4% no trimestre, alcançando R$ 3.800 mensais. Esse crescimento é superior à média nacional de R$ 3.227, com a maior parte do aumento ocorrendo em estados como Espírito Santo (11,6%) e Sergipe (9,5%).

No Brasil, a renda ficou estável frente ao trimestre anterior, mas com uma alta de 3,7% em relação ao ano passado.

Sexo e raça

Na divisão por sexo, as mulheres seguem com taxa de desocupação maior que homens no Brasil, mas ambos caíram no trimestre.

  • Taxa de desocupação de mulheres: de 8,6% para 7,7%;
  • Taxa de desocupação de homens: de 5,6% para 5,3%.

Por raça, pretos e pardos também seguem com taxas mais altas de desocupação. No trimestre, as taxas de todas as divisões caíram.

  • Brancos: 5,5% para 5%;
  • Pretos: 8,5% para 7,6%;
  • Pardos: 7,8% para 7,3%.

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Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações G1

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