Foto: Divulgação
O Boletim Agropecuário é uma publicação mensal do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa) que apresenta os dados atualizados do acompanhamento das safras e do mercado dos principais produtos agro catarinenses.
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O Boletim Agropecuário de novembro mostrou variações no preço médio dos produtos agro no estado.
O preço médio do milho aumentou 8,3% em novembro e ultrapassou R$68,00 a saca em dezembro. A alta reflete maior demanda interna, entressafra no Brasil e estoques mundiais reduzidos.
Apesar da redução de 11,3% na área cultivada, a produtividade aumentou 25%, com previsão de 2,23 milhões de toneladas.
Os preços da soja cresceram 2,4% em novembro, mas apresentaram queda de 0,5% em dezembro.
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A área plantada cresceu 2,09%, e a produtividade deve subir 8,56%, totalizando 2,87 milhões de toneladas na primeira safra.
Os preços do feijão-preto recuaram 9,52% e do feijão-carioca 2,21%.
Apesar disso, a produtividade deve crescer 11%, totalizando 57 mil toneladas, com 41 mil toneladas de feijão-preto e 16 mil de feijão-carioca.
O arroz em casca seguiu em queda, mesmo com boas condições das lavouras. A produção está estimada em 145 mil hectares plantados, com 95% das lavouras em condições favoráveis.
A colheita de trigo terminou, com produtividade média de 3.460kg/ha, aumento de 38% na produção estadual, alcançando 424,5 mil toneladas.
Os preços da cebola caíram 9,02% em dezembro devido à oferta elevada. A produção estimada é de 554,95 mil toneladas, com 41% da área colhida.
A safra de maçãs indica recuperação de 45,5%, mas exportações seguem em queda.
Na pecuária, o preço médio do boi gordo subiu 6% em dezembro, enquanto frango e suíno mantêm crescimento expressivo nas exportações.
O setor de leite também registrou um aumento de 1,6% na quantidade adquirida pelas indústrias de janeiro a setembro de 2024, com Santa Catarina se destacando pelo crescimento acima da média nacional.
O preço do leite, no entanto, deve cair 19 centavos em dezembro, fechando 2024 com produção, preço e rentabilidade superiores a 2023.
A análise completa do boletim destaca a diversidade e importância do setor agro catarinense, com perspectivas otimistas para as safras futuras.
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