Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A desaprovação do governo Lula (PT) alcançou 56%, o maior índice desde o início do mandato, revela pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2). Este aumento da rejeição marca a primeira vez que o presidente ultrapassa a marca de 50% de desaprovação. Ao mesmo tempo, a aprovação caiu para 41%, o nível mais baixo até agora.
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Entre as mulheres, a desaprovação superou a aprovação, com 53% de rejeição ao governo Lula. Entre os homens, 59% desaprovam a gestão.
No segmento etário, 64% dos jovens de 16 a 34 anos rejeitam o governo, enquanto a aprovação desse grupo caiu para 33%.
A faixa etária de 35 a 59 anos ainda apresenta uma leve aprovação, com 54% a favor do governo, enquanto os mais velhos, com 60 anos ou mais, estão praticamente divididos.
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Na região Nordeste, pela primeira vez, a aprovação e a desaprovação do presidente estão praticamente empatadas, com 52% de aprovação e 46% de desaprovação.
No Sudeste, a desaprovação subiu para 60%, enquanto no Sul, 64% dos entrevistados desaprovam o governo.
Já nas regiões Centro-Oeste e Norte, os números permanecem estáveis, com oscilações dentro da margem de erro.
A pesquisa também revela mudanças nas avaliações conforme a renda familiar.
Entre os mais pobres, com renda de até dois salários mínimos, a aprovação e a desaprovação estão empatadas, algo que não ocorria antes.
Já entre as pessoas com ensino superior, 61% desaprovam o governo, enquanto 38% ainda o aprovam.
Em relação à avaliação geral, o percentual de pessoas que consideram o governo de Lula como negativo subiu para 41%, enquanto os que o consideram positivo caíram para 27%.
Em comparação com os mandatos anteriores de Lula (2003-2010), 53% consideram seu governo atual “pior”, enquanto apenas 20% acreditam que é “melhor”.
A pesquisa também avaliou a situação econômica do Brasil.
Para 56% dos entrevistados, a economia piorou nos últimos 12 meses, um aumento em relação aos 39% de janeiro.
Além disso, 53% dos brasileiros acreditam que está mais difícil conseguir um emprego atualmente, e 81% acham que o poder de compra diminuiu em relação ao ano passado.
A pesquisa foi realizada entre 27 e 31 de março, com 2.004 entrevistados de todo o Brasil.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Além disso, os resultados indicam uma queda na aprovação do governo entre diversos segmentos da população, como mulheres, pardos, e até mesmo eleitores que apoiaram Lula no segundo turno de 2022.
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