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Dólar abre em baixa e segue abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos

Dólar abre em baixa e segue abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos

Foto: Divulgação

O dólar iniciou a terça-feira (14) em queda no mercado brasileiro, após ter fechado abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos na sessão anterior. Por volta das 9h01, a moeda norte-americana recuava 0,41%, sendo cotada a R$ 4,9762, enquanto o Ibovespa abre às 10h com investidores atentos ao cenário internacional.

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A movimentação dos mercados ocorre em meio aos novos desdobramentos da guerra no Irã e à expectativa de possíveis avanços diplomáticos para um cessar-fogo no Oriente Médio.

O ambiente global segue influenciado por declarações recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou ter recebido sinalizações de negociação por parte do Irã.

Negociações diplomáticas movimentam cenário internacional

Nesta terça-feira, representantes de Israel e Líbano se reúnem em Washington, no Departamento de Estado dos EUA, para discutir uma possível trégua.

A iniciativa conta com mediação norte-americana e faz parte de um conjunto mais amplo de tratativas envolvendo também Irã e outros países da região.

Apesar do avanço diplomático, ainda existem impasses relevantes. Israel afirma que não aceita negociar diretamente com o Hezbollah, enquanto o grupo libanês rejeita participar de acordos formais. Já o governo do Líbano demonstra abertura ao diálogo, o que mantém as negociações em andamento, ainda que sem consenso.

Os conflitos seguem intensos na região, com ataques recentes e troca de ofensivas entre os envolvidos, o que mantém o cenário de instabilidade.

Petróleo recua e mercado global reage

Com a expectativa de avanço nas negociações e possível redução das tensões, o preço do petróleo voltou a cair. O tipo Brent, referência internacional, registrava baixa de 0,32%, cotado a US$ 99,04 o barril. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, recuava 1,80%, sendo negociado a US$ 97,30.

A preocupação dos investidores também envolve possíveis impactos econômicos globais, especialmente após discussões sobre o bloqueio do Estreito de Ormuz, importante rota de transporte de petróleo.

Agenda econômica e mercados globais

No Brasil, o foco também está na divulgação dos dados do setor de serviços pelo IBGE e no índice de preços ao produtor nos Estados Unidos. Segundo o Boletim Focus, a expectativa de inflação para 2026 subiu para 4,71%, enquanto projeções de crescimento e juros seguem estáveis.

Nos mercados internacionais, Wall Street fechou em alta, enquanto bolsas da Europa encerraram em queda. Na Ásia, os resultados foram mistos, refletindo a cautela dos investidores diante das incertezas geopolíticas e econômicas.

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