A inflação oficial no Brasil, medida pelo IPCA, desacelerou em novembro. O índice registrou alta de 0,39%, abaixo dos 0,56% de outubro, segundo o IBGE. Essa redução foi impulsionada pela queda de 6,27% nas tarifas de energia elétrica.
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No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA atingiu 4,87%, o maior desde setembro de 2022. O índice ficou acima da meta de inflação para 2024, de 4,5%. Apesar da desaceleração, apenas três dos nove grupos analisados registraram aumento.
Alimentação e bebidas lideraram as altas, com uma variação de 1,55%. As carnes foram os principais itens responsáveis pela elevação. No grupo de transportes, passagens aéreas subiram 22,65%, impactando significativamente o resultado.
Por outro lado, o grupo de habitação caiu 1,53%, aliviado pela queda na energia elétrica. Essa redução ajudou a equilibrar os aumentos em outros setores.
O IPCA é usado como referência para a meta de inflação do Banco Central. A meta para 2024 é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.
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O mercado financeiro prevê que a inflação pode ultrapassar 4,5% em dezembro. Projeções do mercado indicam que o índice de 2023 deve alcançar 4,84%. Esse cenário reflete incertezas econômicas e possíveis ajustes na política monetária.
O Comitê de Política Monetária (Copom) discutirá em breve a taxa Selic, atualmente em 11,25%. Existe uma expectativa de aumento para 12%, visando controlar a inflação.
O resultado de novembro destaca a influência de fatores específicos, como energia elétrica e alimentos. O impacto será observado no planejamento econômico para os próximos meses.
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