A Operação Piracema 2026 foi oficialmente encerrada no dia 31 de janeiro na bacia do Rio Uruguai. No entanto, conforme destaca a Polícia Militar Ambiental (PMA), o trabalho de fiscalização continua ativo para assegurar a preservação das espécies e garantir a prática da pesca responsável. A unidade da PMA de Joaçaba apresentou os principais dados das ações realizadas durante o período de defeso.
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Durante a Operação Piracema na região de Joaçaba, os policiais ambientais intensificaram as abordagens e orientações à população.
Ao todo, 151 pessoas foram orientadas ou abordadas pelas equipes.
Além disso, os agentes fiscalizaram 36 embarcações e 32 veículos, reforçando a presença ostensiva nas áreas ribeirinhas e pontos estratégicos de acesso aos rios.
No combate à pesca ilegal, a PMA apreendeu diversos apetrechos proibidos.
Entre os materiais recolhidos, destacam-se 16 itens de pesca irregulares e 1.402 metros quadrados de redes, retirados de circulação para evitar prejuízos à fauna aquática.
A retirada desses materiais é fundamental para proteger os peixes durante o período reprodutivo e manter o equilíbrio ambiental da região.
Preservação segue mesmo após o fim do defeso
Embora o período de defeso tenha terminado em 31 de janeiro, a Polícia Militar Ambiental reforça que as ações de fiscalização permanecem ativas. O objetivo é assegurar o cumprimento da legislação ambiental, coibir práticas ilegais e incentivar a pesca consciente.
A piracema representa uma fase essencial para a reprodução das espécies de peixes, especialmente na bacia do Rio Uruguai. Por isso, o trabalho preventivo e educativo desenvolvido pela PMA contribui diretamente para a sustentabilidade dos recursos naturais e para a manutenção dos ecossistemas aquáticos.
A corporação reafirma seu compromisso institucional com a proteção ambiental e a segurança da população, destacando seu lema: “Polícia Militar de Santa Catarina – Preservar a ordem e proteger a vida”.

