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Carlos Bolsonaro justifica pré-candidatura ao Senado por SC e diz ter “renascido” no estado

Carlos Bolsonaro justifica pré-candidatura ao Senado por SC e diz ter “renascido” no estado

Foto: Reprodução

O ex-vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, publicou um vídeo neste domingo (21) em que justificou sua pré-candidatura ao Senado por Santa Catarina. Na gravação, ele afirmou que “renasceu” no estado após a mudança de domicílio eleitoral.

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“Eu sei que tem gente que vai falar: ‘mas o Carlos não nasceu em Santa Catarina’. Eu respeito quem pensa assim. Eu não nasci aqui, mas foi aqui que eu renasci. Encontrei a paz, a generosidade de um povo de bem que defende os mesmos valores que eu”, declarou.

Mudança de domicílio eleitoral e articulação política

Desde dezembro, Carlos Bolsonaro fixou domicílio eleitoral em Santa Catarina, requisito legal para disputar eleições pelo estado. A cidade escolhida foi São José, na Grande Florianópolis.

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ele atuou por anos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro e oficializou sua saída da política fluminense no fim de 2025, quando confirmou a intenção de disputar o Senado catarinense.

Disputa interna e cenário político em SC

A pré-candidatura de Carlos ocorre em meio a rearranjos dentro do Partido Liberal (PL), que governa Santa Catarina com o governador Jorginho Mello e possui forte presença no Legislativo estadual.

No cenário atual, Carlos deve compor a disputa ao Senado ao lado da deputada Carol de Toni, também do PL. A composição da chamada “chapa pura” buscou reduzir tensões internas na sigla, que enfrentou divergências sobre os nomes para a disputa.

Entre as discussões políticas, também chegou a ser cogitada uma possível aliança com o Progressistas, que poderia incluir o senador Esperidião Amin em uma das vagas ao Senado.

Bastidores e apoios políticos

A movimentação política em torno das candidaturas também gerou debates internos no partido. A deputada Ana Campagnolo chegou a manifestar críticas à escolha inicial do nome de Carlos, enquanto apoiadores da deputada Michelle Bolsonaro também se posicionaram no debate interno da legenda.

A oficialização das candidaturas, no entanto, só deve ocorrer em agosto, durante as convenções partidárias e o registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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