Carne adulterada? Operação fecha frigorífico e lacra depósito

Entre os itens apreendidos estavam corantes alimentícios vencidos, proteína de soja e subprodutos cárneos possivelmente utilizados na adulteração dos produtos

Uma operação conjunta realizada por órgãos de fiscalização interditou um frigorífico localizado em Coronel Freitas, no Oeste de Santa Catarina, por suspeita de fraude alimentar. Além disso, a ação também resultou no lacre de um depósito pertencente a uma distribuidora de carnes no município de Chapecó, ampliando o alcance da investigação.

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A força-tarefa ocorreu na última semana e contou com a participação da Polícia Civil, do Ministério Público de Santa Catarina e de órgãos de vigilância sanitária.

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A ação foi desencadeada após o recebimento de denúncias que apontavam possíveis irregularidades na produção e comercialização de carne moída, o que levantou suspeitas sobre a qualidade dos produtos oferecidos aos consumidores.

Durante a vistoria no frigorífico, os agentes constataram diversas falhas consideradas graves.

Entre os problemas identificados, estavam condições sanitárias precárias e o uso de insumos impróprios para o consumo humano. Além disso, foram encontrados produtos com prazo de validade vencido, o que agrava ainda mais a situação e representa risco à saúde pública.

Itens vencidos foram encontrados

Já no depósito da distribuidora, em Chapecó, os fiscais apreenderam materiais que reforçam as suspeitas de adulteração. Entre os itens recolhidos estavam galões de corantes alimentícios vencidos, proteína de soja e subprodutos cárneos.

Conforme apuração preliminar, esses insumos poderiam estar sendo utilizados para alterar a composição dos produtos comercializados.

Diante das irregularidades identificadas, as autoridades determinaram a interdição imediata do frigorífico e o lacre do depósito. Além disso, amostras dos materiais apreendidos foram coletadas e encaminhadas para análise laboratorial, com o objetivo de confirmar possíveis fraudes e identificar riscos à saúde dos consumidores.

Os responsáveis pelos estabelecimentos não estavam presentes no momento da operação. No entanto, eles foram devidamente notificados por infrações sanitárias.

Paralelamente, foi instaurado um procedimento criminal que irá apurar eventuais crimes contra o consumidor, podendo resultar em responsabilização penal conforme o avanço das investigações.

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Fonte:
Portal RBV | Com informações Oeste Mais

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