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Dois alunos são levados ao posto de saúde após incêndio em escola de Videira

Dois alunos são levados ao posto de saúde após incêndio em escola de Videira

Foto: Corpo de Bombeiros

Na tarde desta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, por volta das 16h15, o Corpo de Bombeiros de Videira foi acionado para atender a um incêndio em uma instituição de ensino, localizada no Bairro São Cristóvão. O trem de socorro, composto pelas viaturas ABTR-120, AT-58 e ASU-517, deslocou-se rapidamente até o local após o chamado de emergência.

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Ao chegar à edificação, a guarnição identificou uma grande quantidade de fumaça saindo de um laboratório, mais especificamente de uma estufa de secagem utilizada em atividades educacionais.

Diante da situação, os bombeiros atuaram de forma imediata para evitar a propagação do fogo e garantir a segurança do ambiente escolar.

Falha no uso do equipamento causou o incêndio

Para o combate direto às chamas, as equipes estabeleceram uma linha adutora e uma linha de ataque, conseguindo extinguir rapidamente o incêndio concentrado no interior da estufa.

O equipamento continha vidrarias e polipropileno, um material termoplástico resistente ao calor, porém com limite operacional definido.

De acordo com informações repassadas no local, a estufa foi programada incorretamente para atingir 300°C, quando o limite seguro de operação era de 100°C.

Ao ultrapassar o ponto de fusão, em torno de 160°C, o material plástico passou ao estado líquido e entrou em combustão, gerando fogo e fumaça intensa.

A professora responsável relatou que não havia alunos no laboratório no momento do incidente. Assim que a fumaça foi percebida, a equipe escolar realizou a evacuação imediata das salas próximas, evitando exposição maior ao risco.

Atendimento preventivo e controle total da ocorrência

Cerca de 100 litros de água foram utilizados para extinguir completamente as chamas.

Após o controle do incêndio, os bombeiros removeram a estufa da edificação para reduzir a concentração de fumaça. Em seguida, foi realizada a ventilação por pressão positiva (VPP) com o uso de ventilador mecânico instalado no corredor principal da instituição.

Durante o encerramento da ocorrência, dois alunos menores de idade, que estavam em salas próximas, relataram cefaleia, possivelmente causada pela inalação de fumaça.

Ambos foram conduzidos pelo Corpo de Bombeiros até o posto de saúde, acompanhados por professores, para avaliação médica.

Após a eliminação de todos os riscos, a guarnição realizou o preenchimento da ficha de incêndio, e o local permaneceu sob responsabilidade da diretoria da instituição de ensino.

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