Ícone do site PortalRBV

Dono de empresa é preso após microcâmera ser encontrada escondida em banheiro de funcionários

Dono de empresa é preso após microcâmera ser encontrada escondida em banheiro de funcionários

Foto: Reprodução

O proprietário de uma empresa de energia solar foi preso preventivamente na quinta-feira (9), em Içara, no Sul de Santa Catarina, após investigação relacionada à descoberta de uma microcâmera escondida no banheiro de uso exclusivo dos funcionários.

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP E RECEBA NOTÍCIAS

A prisão ocorreu em cumprimento a um mandado expedido pela Vara Criminal da Comarca de Içara. O empresário, identificado como Filipe Silvano, foi localizado no bairro Cristo Rei durante uma operação da Polícia Militar.

A defesa do investigado foi procurada, mas optou por não se manifestar sobre a prisão.

Funcionária descobriu câmera escondida

O caso veio à tona em março deste ano, quando uma funcionária recém-contratada percebeu uma luz intermitente em uma tomada localizada no banheiro unissex da empresa. Ao verificar o equipamento, ela encontrou uma microcâmera escondida no interior do conector.

Na ocasião, a empresa informou que também havia sido surpreendida com a situação e afirmou que colaboraria para o esclarecimento dos fatos pelas autoridades.

Após a denúncia, equipes da Polícia Militar atenderam a ocorrência e recolheram o dispositivo para análise.

Prisão foi realizada após investigação

Segundo a Polícia Militar, a captura do empresário contou com o apoio da Agência de Inteligência do 29º Batalhão, que monitorou o imóvel onde ele estava. Assim que a presença do investigado foi confirmada, policiais realizaram a abordagem com apoio da equipe do Tático.

Após a prisão, o empresário foi encaminhado ao Presídio Regional Santa Augusta, onde permanece à disposição da Justiça. Ele deve passar por audiência de custódia.

Equipamentos foram apreendidos

Durante o atendimento da ocorrência, em março, policiais apreenderam a microcâmera, além de três telefones celulares, um computador e um notebook para auxiliar nas investigações.

Na época, os militares registraram um Termo Circunstanciado por uso não autorizado de intimidade sexual e perturbação do trabalho ou sossego. Conforme informado pela Polícia Militar, inicialmente não foram encontradas imagens armazenadas no dispositivo, mas todo o material apreendido foi encaminhado para análise das autoridades competentes.

As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do caso e verificar a possível existência de outros elementos relacionados ao uso do equipamento.

Nossas Redes Sociais

YouTube

Facebook

Instagram

Sair da versão mobile