A ex-namorada acusada de matar o personal trainer Guilherme Montani, crime ocorrido em 18 de novembro de 2025, em Itajaí, foi presa no Paraná. Juliana Ferraz, apontada como autora do homicídio, foi localizada no município de Campo Mourão após ser reconhecida por um telespectador que assistiu a uma reportagem divulgada nas redes sociais.
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Assim que a informação chegou às autoridades, a polícia deu início a diligências imediatas. Equipes se deslocaram até o endereço indicado e, no local, confirmaram a identidade da suspeita, efetuando a prisão. A ação encerrou um período de buscas que mobilizou forças de segurança de diferentes estados.
A detenção representa um avanço decisivo nas investigações. Com Juliana Ferraz sob custódia, a Polícia Civil passa a concentrar esforços nos trâmites legais, incluindo a possível transferência da presa para Santa Catarina.
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Enquanto isso, os investigadores seguem reunindo provas para consolidar o inquérito e esclarecer todos os detalhes do crime, inclusive a motivação do homicídio.
Execução em frente à academia
O assassinato ocorreu na noite de 18 de novembro de 2025, em frente a uma unidade da rede Smart Fit, em Itajaí. Guilherme Montani foi atacado ao sair da academia e não teve chance de defesa, o que reforçou a hipótese de execução.
Logo após o crime, a Polícia Civil identificou a ex-companheira da vítima como principal suspeita. A partir disso, as buscas foram intensificadas, mas a mulher deixou Santa Catarina, passando à condição de foragida.
Desde então, o caso vinha sendo acompanhado de forma constante. As investigações avançaram com base em levantamentos técnicos e informações repassadas pela população, fator decisivo para a localização da suspeita no Paraná.
A Polícia Civil deve divulgar nas próximas horas novas informações sobre as circunstâncias da prisão, os próximos passos do inquérito, o encaminhamento da investigada e detalhes que ainda cercam o homicídio.




