O crime aconteceu em 2018 em Água Doce, no Meio-Oeste de SC, quando três homens, acompanhados de um adolescente, invadiram uma fazenda, renderam os donos e nove funcionários com armas de fogo, levaram uma caminhonete, seis celulares e mais de R$ 2 mil em dinheiro, e fugiram para o Paraguai. A ação deixou medo, trauma e prejuízo para as vítimas.
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Depois de uma longa investigação da Polícia Civil, dois suspeitos foram identificados e denunciados pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) por roubo e corrupção de menores, já que o adolescente participava do crime.
Agora, os dois foram condenados à prisão. Um deles, de Campos do Jordão (SP), pegou 25 anos e quatro dias de prisão.
O outro, de Candói (PR), reincidente, recebeu 28 anos, sete meses e nove dias. O uso de arma de fogo, a ação em grupo e a restrição da liberdade das vítimas influenciaram nas penas.
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A promotora do MPSC, Francielli Fiorin, da Comarca de Joaçaba, destacou: “O longo trabalho de investigação da Polícia Civil, com muitas diligências e parceria com outros órgãos, inclusive no Paraná, resultou na identificação dos autores”.
Ela reforça que o trabalho da polícia e do MPSC mostra o esforço em proteger a comunidade e garantir justiça.
O terceiro suspeito do crime ainda não foi encontrado, e o adolescente de 16 anos na época não respondeu criminalmente, mas a sua participação levou à denúncia por corrupção de menores, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente.

