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Incêndio destrói 700 m² de fábrica de tecidos no Sul de SC

Incêndio destrói 700 m² de fábrica de tecidos no Sul de SC

Fotos: Bombeiro Militar

Um incêndio de grandes proporções destruiu cerca de 700 m² de uma fábrica de tecidos localizada na rua Ângelo Sartor, no bairro Cidade Alta, em Turvo, no Extremo Sul de Santa Catarina (Amesc). A ocorrência foi registrada na tarde desta terça-feira (13) e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros de cinco cidades da região.

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Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, as chamas começaram a se espalhar por volta das 16h. Quando as equipes chegaram ao local, parte da estrutura da empresa já havia colapsado. Imagens registradas no local mostram que o fogo tomou uma das alas do empreendimento, enquanto outra parte apresentava intensa fumaça preta saindo pelas janelas.

Apesar da gravidade do incêndio, ninguém ficou ferido. Todas as pessoas que estavam na fábrica conseguiram sair a tempo e buscaram abrigo nas imediações.

Em relatório, os bombeiros informaram que o fogo atingiu toda a área de produção e a loja da empresa. Para o combate às chamas, foram utilizados cerca de 66 mil litros de água. Aproximadamente 16 bombeiros, das corporações de Turvo, Sombrio, Criciúma, Araranguá e Içara, atuaram na ocorrência, que se estendeu até o início da noite, quando o incêndio foi controlado.

“Conseguimos conter as chamas e as deixamos confinadas em cerca de 700 m²”, destacou o capitão Felipe, oficial de dia do 4º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar. Ele também ressaltou o uso da autoescada mecânica para o combate ao fogo pela parte superior da estrutura. “Com ela fizemos o acesso à parte superior do telhado”, explicou.

O episódio também foi marcado por uma onda de solidariedade. Moradores próximos à empresa auxiliaram os bombeiros e os trabalhadores na retirada de máquinas que estavam no interior do empreendimento. Imagens mostram populares arrastando, em grupo, os equipamentos utilizados na fabricação de uniformes, devido ao peso do maquinário.

De acordo com os bombeiros, todo o maquinário foi preservado. Um morador da região ainda cedeu um caminhão munk, equipado com braço hidráulico, para auxiliar na derrubada de paredes e facilitar o acesso das equipes a alguns pontos da fábrica.

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