A Polícia Militar Ambiental deflagrou, na manhã desta quinta-feira (18), a Operação Predador Oculto no município de Ibiam, no Meio-Oeste catarinense. A ação tem como objetivo combater a caça ilegal e outros crimes contra a fauna silvestre praticados na região.
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A operação foi desencadeada após uma denúncia anônima apontar a atuação de um grupo organizado envolvido na prática de caçadas clandestinas. A partir das informações recebidas, a Agência de Inteligência da Polícia Militar Ambiental iniciou um trabalho de investigação para identificar os suspeitos e reunir elementos que embasassem as medidas judiciais.
Investigação resultou em mandados judiciais
De acordo com o comandante da Polícia Militar Ambiental em Joaçaba, capitão Porto, o levantamento de informações permitiu solicitar à Justiça o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra os investigados.
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Ao todo, cinco mandados foram cumpridos durante a operação. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Regional de Garantias da Comarca de Caçador, com parecer favorável da 1ª Promotoria de Justiça de Joaçaba.
Segundo a PM Ambiental, a ação busca desarticular grupos envolvidos na caça ilegal, prática considerada crime ambiental e que provoca impactos significativos à biodiversidade e ao equilíbrio dos ecossistemas.

Armas e carne de caça foram apreendidas
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais localizaram diversos quilos de carne de animais silvestres abatidos ilegalmente. Além disso, foram apreendidas armas de fogo irregulares e equipamentos utilizados para potencializar a atividade criminosa.
Entre os materiais recolhidos estão lunetas de precisão, silenciadores e outros acessórios que, segundo os investigadores, eram empregados durante as caçadas.
A Polícia Militar Ambiental informou que a operação permanece em andamento e que novas informações poderão ser divulgadas após a conclusão dos trabalhos e análise dos materiais apreendidos.

Combate aos crimes ambientais
A corporação reforça que denúncias da população são fundamentais para o combate aos crimes contra a fauna e destaca que a caça ilegal representa ameaça à preservação das espécies nativas.
Os envolvidos poderão responder por crimes ambientais e também por infrações relacionadas à posse irregular de armas, conforme o resultado das investigações.




