Polícia encontra novas partes do corpo de corretora assassinada em SC

As buscas pelas partes restantes seguem com cães farejadores e equipes da Polícia Civil, Científica e Bombeiros

As buscas realizadas pelas forças de segurança na tarde desta terça-feira (17) resultaram na localização do que provavelmente são os restos mortais da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, brutalmente morta e esquartejada em Florianópolis.

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Os policiais identificaram dentro de sacos plásticos pretos os pés, pernas e braços da vítima, separados em oito partes distintas.

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Os fragmentos do corpo foram encontrados em um matagal às margens da estrada Geral Pinheiral, no bairro Itereré, em Major Gercino, região da Grande Florianópolis, próxima ao local onde as primeiras partes do corpo haviam sido localizadas há cerca de uma semana, nas proximidades de um rio.

Operação conjunta das forças de segurança

As buscas contaram com a participação de equipes da Polícia Civil, Polícia Científica e Corpo de Bombeiros Militar, que trabalharam de forma coordenada para percorrer toda a área mapeada.

Para aumentar a eficiência da operação, foi empregado um cão farejador especializado em localizar restos humanos, além de técnicas avançadas de varredura.

Apesar do avanço na investigação, a cabeça da vítima ainda não foi encontrada, o que indica que a operação de buscas continuará nos próximos dias.

Investigação e prisões

A Polícia Militar rapidamente isolou o local onde os sacos foram localizados, garantindo que os peritos realizassem seus exames com segurança e precisão.

Agora, exames de DNA serão realizados para confirmar de forma definitiva que as partes encontradas pertencem a corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas.

Corretora desaparecida pode ter sido morta por vizinhos em SC
Foto: Reprodução

Três pessoas permanecem presas sob suspeita de envolvimento no crime.

Entre elas estão Matheus Vinícius Silveira Leite, de 27 anos, e sua namorada, Letícia Jardim, de 30, que foram detidos na BR-101, no Rio Grande do Sul, após fugirem assim que as investigações começaram.

Além deles, Ângela Maria Moro, de 47 anos, responsável pela administração do residencial onde Luciani morava, também segue detida pelas autoridades.

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Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações Guararema

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