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Polícia Federal indicia Bolsonaro e mais 36 por tentativa de golpe de estado

O relatório final foi enviado ao Supremo Tribunal Federal, que decidirá se os indiciados serão processados

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros membros de seu governo por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022. O inquérito, que investiga as ações para manter Bolsonaro no poder, incluiu o ex-ministro da Casa Civil, Braga Netto, o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

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A investigação apurou que os indiciados participaram de uma organização criminosa com o objetivo de instaurar um golpe e atacar a democracia.

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A Polícia Federal identificou diferentes núcleos, como desinformação, ataques ao sistema eleitoral e incitação de militares.

O relatório final, com mais de 800 páginas, foi entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF), que agora decidirá se aceita a denúncia e transforma os indiciados em réus.

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Os crimes atribuídos aos envolvidos incluem abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.

As penas variam de 3 a 12 anos de prisão, dependendo do crime.

A investigação, que durou quase dois anos, envolveu diversas diligências, como quebra de sigilos e colaboração premiada. Além de Bolsonaro, 36 pessoas foram indiciadas, e a PF encerra oficialmente as investigações sobre o caso.

Veja a lista de todos os indiciados

  • Ailton Gonçalves Moraes Barros
  • Alexandre Castilho Bitencourt Da Silva
  • Alexandre Rodrigues Ramagem
  • Almir Garnier Santos
  • Amauri Feres Saad
  • Anderson Gustavo Torres
  • Anderson Lima De Moura
  • Angelo Martins Denicoli
  • Augusto Heleno Ribeiro Pereira
  • Bernardo Romao Correa Netto
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha
  • Carlos Giovani Delevati Pasini
  • Cleverson Ney Magalhães
  • Estevam Cals Theophilo Gaspar De Oliveira
  • Fabrício Moreira De Bastos
  • Filipe Garcia Martins
  • Fernando Cerimedo
  • Giancarlo Gomes Rodrigues
  • Guilherme Marques De Almeida
  • Hélio Ferreira Lima
  • Jair Messias Bolsonaro
  • José Eduardo De Oliveira E Silva
  • Laercio Vergilio
  • Marcelo Bormevet
  • Marcelo Costa Câmara
  • Mario Fernandes
  • Mauro Cesar Barbosa Cid
  • Nilton Diniz Rodrigues
  • Paulo Renato De Oliveira Figueiredo Filho
  • Paulo Sérgio Nogueira De Oliveira
  • Rafael Martins De Oliveira
  • Ronald Ferreira De Araujo Junior
  • Sergio Ricardo Cavaliere De Medeiros
  • Tércio Arnaud Tomaz
  • Valdemar Costa Neto
  • Walter Souza Braga Netto
  • Wladimir Matos Soares

Veja íntegra da nota da PF sobre o indiciamento

A Polícia Federal encerrou nesta quinta-feira (21/11) investigação que apurou a existência de uma organização criminosa que atuou de forma coordenada, em 2022, na tentativa de manutenção do então presidente da República no poder.

O relatório final foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal com o indiciamento de 37 pessoas pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.

As provas foram obtidas por meio de diversas diligências policiais realizadas ao longo de quase dois anos, com base em quebra de sigilos telemático, telefônico, bancário, fiscal, colaboração premiada, buscas e apreensões, entre outras medidas devidamente autorizadas pelo poder Judiciário.

As investigações apontaram que os investigados se estruturaram por meio de divisão de tarefas, o que permitiu a individualização das condutas e a constatação da existência dos seguintes grupos:

  • a) Núcleo de Desinformação e Ataques ao Sistema Eleitoral;
  • b) Núcleo Responsável por Incitar Militares à Aderirem ao Golpe de Estado;
  • c) Núcleo Jurídico;
  • d) Núcleo Operacional de Apoio às Ações Golpistas;
  • e) Núcleo de Inteligência Paralela;
  • f) Núcleo Operacional para Cumprimento de Medidas Coercitivas

Com a entrega do relatório, a Polícia Federal encerra as investigações referentes às tentativas de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

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Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações G1

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