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SC registra 62 mil casos de violência contra a mulher em 2024

Em média, cerca de 225 mulheres por dia sofreram agressões físicas, psicológicas ou verbais no estado

Entre janeiro e outubro de 2024, Santa Catarina registrou 62.067 casos de violência de gênero contra mulheres. Em média, cerca de 225 mulheres por dia sofreram agressões físicas, psicológicas ou verbais, segundo dados do Observatório de Violência contra a Mulher.

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Nesta segunda-feira (25), Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, a ONU reforça a luta contra essa realidade. O observatório utiliza informações da Gerência de Estatística e Análise Criminal da Secretaria de Segurança Pública para mapear esses casos.

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As ameaças lideraram os registros em 2024, somando 29.440 ocorrências, seguidas por 12.892 casos de lesões corporais.

O feminicídio, expressão máxima dessa violência, já fez 46 vítimas até outubro. A maioria das mulheres mortas tinha entre 25 e 29 anos.

Dados alarmantes mostram que 91,3% das vítimas de feminicídio não denunciaram seus agressores antes do crime. Na maioria dos casos, os autores eram companheiros ou cônjuges e estão presos atualmente.

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Mulheres que sobrevivem à violência enfrentam consequências duradouras. Segundo o Ministério da Saúde, vítimas têm mais propensão a desenvolver depressão, ansiedade, dependência química e até comportamentos suicidas.

Para ajudar as mulheres a identificar abusos, o Ministério Público de Santa Catarina lançou o “Termômetro da Violência Doméstica”. A ferramenta, com 22 perguntas, avalia sinais de relacionamentos abusivos e orienta as usuárias sobre possíveis ações.

Embora não seja uma ferramenta de denúncia, o Termômetro busca conscientizar mulheres sobre sinais de perigo em seus relacionamentos. A promotora Ana Luisa reforça que o objetivo é “auxiliar o despertar para situações de violência”.

Peça ajuda!

As mulheres podem pedir ajuda por meio do WhatsApp da Polícia Civil, no número (48) 98844-0011, ou pela Delegacia Virtual, no site delegaciavirtual.sc.gov.br.

Além disso, o Disque 100 e o número 182 também oferecem suporte imediato.

“Acolher para Proteger” avança na atenção às vítimas de violência doméstica em Caçador
Foto: NCI/TJSC – Serra, Meio-Oeste e Sul

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Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações ND Total

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