Três suspeitos de participação no assassinato de Gean Kaike dos Santos, de 21 anos, foram presos nesta quarta-feira (10) durante uma operação deflagrada pela Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Joaçaba. A ação contou com o cumprimento de mandados de prisão temporária e buscas em diferentes cidades catarinenses, reforçando o avanço das investigações sobre o caso.
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Operação integrada e prisões simultâneas
A ofensiva policial foi planejada de forma estratégica para evitar fugas e garantir a eficácia dos mandados judiciais. As diligências ocorreram simultaneamente em três municípios do estado.
A primeira prisão foi efetuada por agentes da DIC em Catanduvas. Em seguida, a segunda captura aconteceu em Jaguaruna, no Sul catarinense, com apoio da delegacia local. Já o terceiro suspeito foi localizado e preso pela Polícia Militar em Joaçaba, cidade onde o crime ocorreu.
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Após as prisões, todos os envolvidos foram encaminhados para interrogatório formal e, posteriormente, conduzidos ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.
Investigações seguem sob sigilo
Durante a operação, materiais foram apreendidos e serão submetidos à análise pericial. No entanto, os detalhes não foram divulgados pelas autoridades, que mantêm o sigilo para não comprometer o andamento do inquérito policial.
As investigações continuam com o objetivo de esclarecer completamente a dinâmica do crime e a possível participação de outros envolvidos.
Relembre o caso
O crime ocorreu no dia 26 de maio, no bairro Clara Adélia, em Joaçaba. Na ocasião, o jovem estava desaparecido e o corpo foi encontrado por familiares no interior de uma residência em construção.
De acordo com a perícia, Gean Kaike foi morto com extrema violência, apresentando golpes de arma branca, ferimentos na cabeça e marcas de disparos de arma de fogo.
Além disso, o autor do crime ainda ateou fogo a um cobertor sobre o corpo da vítima, o que resultou em carbonização parcial. Na época, um homem de 32 anos chegou a ser preso em flagrante e confessou a autoria, indicando onde havia escondido roupas com vestígios de sangue, além de uma cavadeira e abraçadeiras de nylon utilizadas na ação criminosa.

