Vigilante de SC mata cobra venenosa com mordida após picada

Após matar a cobra, ela foi de bicicleta ao posto de saúde com sintomas graves e precisou ser internada

Uma vigilante escolar de Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, foi picada por uma cobra-coral verdadeira enquanto chegava para trabalhar em uma creche. No desespero, temendo que o animal ferisse crianças, ela mordeu a serpente. O acidente ocorreu na manhã de sexta-feira (07), quando ela, de chinelo, pisou acidentalmente na cobra, que a atingiu no dedão do pé.

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP E RECEBA NOTÍCIAS

Após ser picada, a mulher tentou atingí-la com pedras e sua bicicleta, mas sem sucesso.

Publicidade

Em pânico, ela mordeu o animal e enviou um vídeo ao chefe relatando a picada.

Incentivada a buscar ajuda, ela foi de bicicleta até o posto de saúde, já apresentando visão turva e náuseas. Durante o trajeto, a vigilante teve a saturação reduzida e precisou ser entubada.

Veja também

FIESC inaugura Escola SESI de Referência com investimento de R$ 48 Milhões

Polícia Militar Ambiental resgata jaguatirica atropelada em Caçador

A vigilante foi encaminhada ao hospital em estado grave, onde ficou internada, mas já recebeu alta. Ela ainda apresenta sequelas como câimbras e dificuldades na fala.

O biólogo Gilberto Duwe alertou sobre a importância de não manusear cobras e de manter a atenção ao caminhar em áreas externas.

Ele destacou que a cobra-coral, apesar de ter uma das peçonhas mais fortes do Brasil, é pouco agressiva e tende a fugir quando ameaçada.

Ele também ressalta que matar animais silvestres, como cobras, é crime ambiental.

O que fazer em caso de picada

Em casos de picada, Duwe orienta que o atendimento médico seja imediato.

  • Em caso de acidente, procure atendimento médico imediatamente;
  • Se possível, e caso isso não atrase a ida do paciente ao atendimento médico, lave o local da picada, mordida ou contato com água e sabão;
  • Em acidentes nas extremidades do corpo, como braços, mãos, pernas e pés, retire acessórios que possam levar à piora do quadro clínico, como anéis, pulseiras, fitas amarradas e calçados apertados;
  • Não amarrar (torniquete) o membro acometido e, muito menos, corte, queime, esprema ou aplique qualquer tipo de substância (pó de café, álcool, terra, folhas, fezes, entre outros) no local da picada, mordida ou contato;
  • Não tentar “chupar o veneno”. Essa ação apenas aumenta as chances de infecção no local;
  • Não dar bebidas alcoólicas ao acidentado ou outros líquidos como álcool, gasolina ou querosene, pois além de não terem efeito contra a peçonha, podem causar problemas gastrointestinais na vítima.

Nossas Redes Sociais

YouTube

Facebook

Instagram

Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações G1

Participe do grupo no Whatsapp do Portal RBV e receba as principais notícias da nossa região.

*Ao entrar você está ciente e de acordo com todos os termos de uso e privacidade do WhatsApp

Últimas Notícias

Homem é preso após dirigir embriagado e sem CNH em Treze Tílias

Um homem de 55 anos foi preso na noite...

Família que teve casa destruída em incêndio pede ajuda para reconstrução

Um incêndio de grandes proporções destruiu completamente uma residência...

Rio das Antas conquista medalhas na Liga Meio-Oeste de Tênis de Mesa

Rio das Antas celebrou uma importante conquista esportiva com...

Homem esquece de desligar energia solar e morre eletrocutado

Um homem de 57 anos morreu na tarde de...

Golpes digitais crescem na região e PM faz alerta à população

A Polícia Militar de Santa Catarina emitiu, nesta segunda-feira...

E-commerce deve faturar R$ 11 bilhões no Dia das Mães de 2026

O comércio eletrônico no Brasil deve movimentar cerca de...

Motorista foge após acidente e deixa passageira ferida em Curitibanos

Na noite de domingo (26), por volta das 23h37,...