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- Juliane Sthefany de Ávila, de 20 anos, e Aldair de Ávila, de 72, morreram em incêndio na localidade de Vila Imasa, em Monte Carlo.
- Os bombeiros foram acionados por volta das 20h30 e usaram cerca de quatro mil litros de água para controlar o fogo.
- A Polícia Civil instaurou inquérito e não descarta que o incêndio tenha sido criminoso, mas não há suspeitos oficialmente apontados.
Foram identificadas as vítimas do incêndio que matou pai e filha na noite de terça-feira (13), na localidade de Vila Imasa, em Monte Carlo, no Meio-Oeste catarinense. As vítimas são Juliane Sthefany de Ávila, de 20 anos, e Aldair de Ávila, de 72 anos. Segundo familiares, a jovem estaria grávida, mas a informação ainda depende de confirmação por exames periciais.
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De acordo com o Corpo de Bombeiros, as equipes foram acionadas por volta das 20h30 e encontraram a residência de madeira tomada pelo fogo. Antes da chegada do socorro, Juliane teria telefonado para a irmã pedindo ajuda.
A irmã e o cunhado foram até o imóvel e encontraram a jovem nas proximidades da porta, com queimaduras pelo corpo. Aldair foi localizado morto no interior da residência durante a fase final do combate às chamas.
Bombeiros utilizaram cerca de 4 mil litros de água
Para controlar o incêndio, os bombeiros utilizaram aproximadamente 4 mil litros de água. Depois de extinguir as chamas, as equipes realizaram o trabalho de rescaldo. A área permaneceu isolada para os procedimentos das autoridades.
Polícia investiga as circunstâncias das mortes
A Polícia Civil instaurou um inquérito para esclarecer as circunstâncias das mortes. Relatos de testemunhas indicam que um homem teria sido visto deixando o local na noite do incêndio.
Mensagens atribuídas à jovem também mencionam possíveis episódios anteriores de conflitos e agressões envolvendo um homem próximo à família. Essas informações integram o contexto apurado pelos investigadores, mas ainda não há confirmação sobre a autoria ou a motivação do caso.
A Polícia Civil trabalha com diferentes linhas de investigação e não descarta a possibilidade de o incêndio ter sido provocado de forma criminosa. Até as últimas informações divulgadas, nenhum suspeito havia sido oficialmente apontado, e as diligências continuavam sob sigilo.
Fonte: Com informações de Oeste Mais



