Governo do Estado inicia repasse histórico de mais de R$ 100 milhões para a Educação Especial

Recursos destinados a projetos aprovados para instituições especializadas de todas as regiões, como Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes), Associações de Amigos do Autista (Amas) e Associações de Surdos, Deficientes Físicos e Visuais.

O Governo de Santa Catarina deu início ao maior repasse financeiro na história da inclusão do Estado. Já são mais de R$ 100 milhões em projetos aprovados para instituições especializadas de todas as regiões, como Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes), Associações de Amigos do Autista (Amas) e Associações de Surdos, Deficientes Físicos e Visuais.

Somente na recente agenda de trabalho na Serra catarinense, o governador Carlos Moisés e a presidente da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), Janice Krasniak, autorizaram quase R$ 4 milhões em novos recursos para instituições de educação especial da região, que beneficiarão aproximadamente 800 educandos com deficiência.

Eles anunciaram os protocolos de repasse financeiro de R$ 300 mil para ampliação da sede da Apae de São Joaquim, além de R$ 400 mil à Associação de Pais e Amigos dos Surdos (Apas) de Lages, R$ 50 mil para reforma da sede da Apae de Urupema e R$ 500 mil para a construção de um espaço de Equoterapia na Apae de Otacílio Costa. Na Apae de Lages, R$ 2,2 milhões vão permitir a reforma da sede da entidade e a compra de três veículos escolares adaptados que vão melhorar o conforto de 436 educandos e devolver o acesso à educação para 66 alunos.

Nesta semana, o governador Carlos Moisés e a presidente da FCEE vão assinar o repasse de mais de R$ 5 milhões para 13 instituições de 9 municípios dessas regiões. O investimento beneficia cerca de 4 mil pessoas com deficiência. São recursos para construção, reforma, ampliação, sala sensorial, aquisição de mobiliário acessível, veículos adaptados, equipamentos tecnológicos, que vão propiciar integração social de crianças e adultos, autonomia, independência, dignidade e melhoria da qualidade de vida dos alunos com necessidades educacionais especiais, além da redução de filas de espera.

 

Com informações do Governo de Santa Catarina