Quase 100% das cidades brasileiras vão manter uso de máscara obrigatório, diz CNM

Levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) contou com a participação de 2 mil prefeituras.

Cerca de 98% das cidades brasileiras, dentre as 2 mil ouvidas pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), decidiram manter, por hora, a obrigatoriedade do uso de máscaras e 64% pretendem prosseguir com a regra mesmo com toda a população vacinada contra a Covid-19. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (07).

De acordo com o levantamento, apenas 1% das cidades brasileiras pretendem desobrigar, de imediato, o uso de máscaras em locais abertos e fechados. É o exemplo da cidade de Duque de Caxias, localizada no Rio de Janeiro, que publicou um decreto, nesta terça-feira (05), desobrigando o uso da proteção facial no município. Os outros 1% dos municípios pretende liberar o uso de máscaras somente em áreas abertas.

Três capitais brasileiras já falam em suspender a obrigatoriedade do uso das proteções faciais em locais abertos. São elas: Rio de Janeiro, São Paulo e Florianópolis.

O Rio de Janeiro já pretende flexibilizar o uso de máscara em locais abertos e sem aglomeração, quando 65% da população carioca total e 80% da população adulta estiver com o esquema vacinal completo. Segundo a prefeitura, isso deve acontecer no próximo dia 15 de outubro. Atualmente, essas coberturas estão em 57,7% e 73,8%, respectivamente.

São Paulo estuda suspender a obrigatoriedade do uso de máscaras em áreas externas, mas somente quando 90% da população adulta estiver com esquema vacinal completo e 100% dos idosos com dose de reforço.

Já Florianópolis, deve parar de exigir máscaras em espaços públicos abertos, quando 80% da população estiver com esquema vacinal completo. O prefeito Gean Loureiro afirmou, no entanto, que dependerá de aval do governo do estado. Atualmente, segundo o vacinômetro da capital de Santa Catarina, 61,58% da população geral da cidade já concluiu o esquema de imunização, com as duas doses ou a dose única da vacina contra a Covid-19.

 

 

 

Com informações de CNN