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Hospital Maice enfrenta superlotação e orienta sobre atendimentos

Hospital Maice

Foto: Arquivo

O Hospital Maice, em Caçador, enfrenta um cenário de superlotação e reforça a orientação à população sobre quais situações realmente devem ser atendidas na unidade, que é referência regional em urgência e emergência. O alerta foi feito pelo médico clínico geral Miguel Gutierrez.

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Segundo o médico, o Maice é um hospital de emergência e deve ser procurado apenas em casos graves. Entre os principais exemplos estão dores no peito que irradiam para o braço esquerdo ou para o pescoço, sinais que podem indicar um possível infarto. Também devem buscar atendimento imediato pessoas que acordam com dificuldade de movimentar braços ou pernas, alterações na fala ou fala arrastada, sintomas compatíveis com um Acidente Vascular Cerebral (AVC), seja isquêmico ou hemorrágico.

Casos de traumatismos, acidentes de trânsito, ferimentos e traumas em geral também devem ser encaminhados diretamente ao hospital, onde há estrutura para exames como tomografia e demais procedimentos de urgência.

Por outro lado, o Miguel Gutierrez explicou que situações consideradas leves, como febre de poucos dias, dor de garganta, gastroenterite, diarreia ou dores abdominais que não apresentam gravidade, devem ser atendidas inicialmente nas Unidades Básicas de Saúde ou na UPA. Após avaliação nesses locais, se houver necessidade, o paciente poderá ser encaminhado ao Hospital Maice para investigação mais detalhada.

O médico alertou que a procura inadequada contribui para longas filas de espera. Pacientes com quadros leves podem aguardar quatro ou cinco horas para atendimento, enquanto ocupam tempo e recursos que poderiam ser direcionados a pessoas em risco de morte. Atualmente, o hospital conta com muitos pacientes internados, além de alta demanda nas salas amarela e vermelha, destinadas a casos graves.

A recomendação reforçada à população é de consciência e empatia, especialmente com a chegada do fim de semana, período em que a procura por atendimento costuma aumentar. A orientação é buscar primeiro o posto de saúde ou a UPA e recorrer ao Hospital Maice apenas como último recurso, quando se tratar de uma situação realmente urgente.

“É importante entender que, ao procurar o hospital sem necessidade, você pode estar tirando o atendimento de quem realmente precisa”, destacou o médico, reforçando a importância do uso responsável dos serviços de saúde.

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