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Secretaria de Saúde de Caçador desmente boato sobre atuação de grupo do HIV

Secretaria de Saúde de Caçador desmente boato sobre atuação de grupo do HIV

Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal de Saúde de Caçador desmentiu esta semana um boato que voltou a circular em grupos de WhatsApp e redes sociais, alertando sobre um suposto grupo de pessoas vestidas com jalecos brancos que estaria passando de casa em casa para contaminar moradores com o vírus HIV.

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A informação foi esclarecida pelo diretor de Vigilância em Saúde/Epidemiológica do município, Célio Becker. Segundo ele, a mensagem é falsa e já circula na internet desde 2017. “As pessoas estão buscando mais informações a respeito desse cartaz que está circulando nas redes e verificou-se que é uma fake News. É um cartaz já existente que acaba voltando às redes sociais desde o ano de 2017”.

De acordo com Becker, a Secretaria de Saúde realizou checagens em sites verificadores e confirmou que a história não procede. O órgão reforça que não há qualquer registro desse tipo de ocorrência em Caçador.

O boato menciona ainda que o suposto grupo estaria utilizando a desculpa de medir a glicemia das pessoas para, na verdade, infectá-las com o vírus HIV — o que também foi categoricamente negado pelas autoridades de saúde.

Campanha oficial de testagem rápida

Coincidentemente, neste mês de fevereiro, a Atenção Básica do município, em parceria com a Vigilância Epidemiológica e por solicitação do secretário de Saúde, iniciou uma campanha oficial de ampliação da testagem rápida.

A ação ocorre em todas as unidades de saúde de Caçador e também em atividades externas previamente organizadas. Os testes rápidos são realizados para HIV, sífilis e hepatites.

Célio Becker reforçou que todos os profissionais envolvidos nas ações oficiais estão devidamente identificados e que qualquer atividade fora das unidades é previamente organizada com responsáveis locais, como empresas.

A orientação da Secretaria é para que a população desconsidere mensagens alarmistas e sempre busque informações em fontes oficiais. Casos suspeitos ou dúvidas podem ser esclarecidos diretamente nas unidades de saúde do município.

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