Caravelas-portuguesas causam lesões nas praias de SC

Em sete dias, o Corpo de Bombeiros registrou 44 ocorrências de lesões causadas pelo animal

As caravelas-portuguesas já estão fazendo aparições nas praias catarinense, trazendo preocupação com lesões em banhistas. Encontradas em Florianópolis e Balneário Camboriú, durante os primeiros sete dias após o início das ocorrências, o Corpo de Bombeiros registrou 44 casos de envenenamento, popularmente conhecidos como “queimaduras”, devido ao contato com esses animais.

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A presença de águas-vivas é comum no verão, e a espécie é conhecida por causar envenenamento ao contato com a pele.

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Segundo o professor Alberto Lindner, responsável pelo laboratório de Biodiversidade Marinha da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a caravela-portuguesa pode ser perigosa, e em casos mais graves, a pessoa afetada deve procurar ajuda dos bombeiros ou serviços de emergência.

Esses animais, que vivem em alto-mar, começam a chegar às praias à medida que as temperaturas aumentam.

Lindner explica que, com o avanço do verão, ventos e massas de água de áreas mais quentes trazem as caravelas-portuguesas em direção às praias.

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Na Ilha de Santa Catarina, elas aparecem principalmente nas praias voltadas para o oceano, sendo menos comuns nos balneários voltados para o continente.

O Corpo de Bombeiros tem sinalizado as praias mais afetadas com uma bandeira lilás, indicando a presença dessas águas-vivas. Além disso, a população pode consultar o aplicativo CBMSC Cidadão, que informa sobre a incidência de águas-vivas e a balneabilidade das praias.

Se você for vítima de uma lesão causada por uma água-viva, os bombeiros orientam que procure um guarda-vidas. Algumas dicas de primeiros socorros incluem

  • a remoção cuidadosa dos tentáculos sem esfregar a pele,
  • lavar a área afetada com água do mar, e
  • aplicar compressa de vinagre por 10 minutos para neutralizar o veneno.

Apesar das ocorrências, Lindner alerta que a presença das águas-vivas não tem relação com a qualidade da água, podendo ser observada tanto em águas limpas quanto mais turvas.

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Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações G1

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