Veja os alimentos que mais subiram em 12 meses

Esses aumentos mostram como fatores climáticos impactam diretamente a mesa do consumidor

O aumento nos preços dos alimentos continua a ser um desafio constante para os consumidores brasileiros. Produtos básicos, que estão presentes no dia a dia e no carrinho de compras, têm registrado reajustes que impactam diretamente o orçamento familiar, tornando cada refeição mais cara.

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP E RECEBA NOTÍCIAS

A alta de preços atinge desde itens essenciais, como café e hortaliças, até frutas e raízes mais comuns nas mesas das famílias.

Publicidade

De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (10), o café solúvel lidera a lista dos alimentos que mais subiram nos últimos 12 meses, com aumento de 27,46% entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026.

Essa elevação reflete problemas que começaram ainda na safra de 2024.

“A raiz disso é o aumento do preço do grão de café verde após a colheita abaixo do esperado. Tivemos um terceiro trimestre com seca e temperaturas acima da média”, explica Felippe Serigati, pesquisador do Centro de Estudos do Agronegócio da FGV Agro.

Principais alimentos que subiram de preço

Além do café solúvel, outros itens registraram altas significativas devido a eventos climáticos extremos, como estiagens prolongadas, chuvas intensas e calor acima da média. Entre eles estão:

  • Café moído: 23,47%, afetado pelos prejuízos da safra de 2024.
  • Pimentão: 22,49%, por condições climáticas adversas nas regiões produtoras.
  • Manga: 15,94%, prejudicada por ondas de calor e chuvas acima da média.
  • Batata-doce: 15,67%, afetada por eventos climáticos extremos.
  • Mamão: 15,01%, devido à menor oferta de frutas de qualidade.
  • Mandioca (aipim ou macaxeira): 14,69%, por redução da produção e menor interesse de cultivo.
  • Cafezinho: 13,10%, com impacto do aumento do grão e custos de preparo fora do lar.
  • Coentro: 7,71%, afetado por alagamentos e doenças em campo aberto.
  • Melão: 5,64%, por calor excessivo e chuvas que prejudicaram qualidade e transporte.
Café
Foto: Reprodução | Canva

Como a inflação impacta o consumidor

Essas altas refletem uma realidade complexa: a oferta de produtos caiu, enquanto os custos de produção e logística aumentaram, pressionando o preço final ao consumidor.

Além disso, a oscilação climática no país tem sido um fator determinante, mostrando como eventos naturais podem influenciar diretamente a mesa do brasileiro.

Nossas Redes Sociais

YouTube

Facebook

Instagram

Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações Globo Rural

Participe do grupo no Whatsapp do Portal RBV e receba as principais notícias da nossa região.

*Ao entrar você está ciente e de acordo com todos os termos de uso e privacidade do WhatsApp

Últimas Notícias

Fim de semana terá sol e calor com chance de temporais

O fim de semana em Santa Catarina será marcado...

Motorista fica ferido após capotamento na SC-335

O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado na tarde...

Escorpiões mais venenosos da América do Sul invadem praia famosa de SC

A presença de escorpiões tem gerado preocupação em áreas...

Videira é confirmada como sede da Copa Sul de Handebol

Videira acaba de receber uma excelente notícia para o...
00:27:14

Evento na Unoesc debate integração entre odontologia e direito

A relação entre saúde e justiça será tema de...

Apostador de SC acerta quina da Mega-Sena e fatura R$33 mil

Um sortudo de Brusque, no Vale do Itajaí, conquistou...

Mãe viraliza ao confrontar filho por postagem machista no TikTok

Uma manicure de 34 anos, moradora do Rio de...