Com a ampliação da Copa do Mundo para 48 seleções, o caminho rumo ao título ficou mais complexo. A nova fórmula do torneio classifica 32 equipes para a fase eliminatória e introduz uma etapa adicional antes das oitavas de final, aumentando as possibilidades de confrontos e tornando as projeções mais difíceis para torcedores e analistas.
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Apesar da quantidade maior de seleções e das diversas combinações possíveis, os cruzamentos seguem critérios previamente definidos pela Fifa. Assim, dependendo da colocação do Brasil no Grupo C, já é possível identificar quais seleções poderão surgir pelo caminho da equipe na fase mata-mata.
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Se o Brasil terminar em terceiro lugar
Caso a seleção brasileira avance como uma das melhores terceiras colocadas, os adversários possíveis serão os líderes de alguns grupos específicos. Nesse cenário, o Brasil poderá enfrentar:
- O primeiro colocado do Grupo A, atualmente o México. Coreia do Sul, África do Sul e Tchéquia já não possuem pontuação suficiente para alcançar essa condição.
- O líder do Grupo E, posição ocupada pela Alemanha. Costa do Marfim, Curaçao e Equador não têm mais chances matemáticas de assumir a liderança.
- O vencedor do Grupo I, que será definido entre França e Noruega. Senegal e Iraque já ficaram sem possibilidades de terminar na ponta da chave.
Se o Brasil ficar em primeiro ou segundo lugar
Terminando entre os dois primeiros do Grupo C, o destino da seleção estará diretamente ligado ao Grupo F. Neste momento, as equipes com chances de classificação são Holanda, Suécia e Japão, enquanto a Tunísia já está eliminada matematicamente.
Os cruzamentos funcionam da seguinte forma:
- Se o Brasil avançar em primeiro lugar, enfrentará o segundo colocado do Grupo F.
- Se o Brasil terminar em segundo lugar, terá pela frente o líder do Grupo F.
Entenda a nova fase da competição
A principal novidade da Copa ampliada é a classificação dos melhores terceiros colocados. Além dos líderes e vice-líderes de cada grupo, oito das doze seleções que terminarem em terceiro avançam para a fase eliminatória.
Para definir quem segue adiante, a Fifa utiliza critérios de desempenho, como número de pontos, saldo de gols, gols marcados e outros desempates previstos no regulamento. Após a escolha das oito melhores campanhas, o que passa a importar não é mais a posição no ranking dos terceiros colocados, mas sim de quais grupos eles vieram.
Por que existem tantos cenários?
Com a inclusão dos terceiros colocados, surgem inúmeras combinações possíveis para a montagem da chave. Segundo o regulamento, existem 495 cenários diferentes envolvendo essas equipes.
Mesmo com tantas possibilidades, não haverá sorteio para definir os confrontos. A Fifa já possui tabelas previamente estabelecidas para cada combinação possível de classificados. Dessa forma, assim que os grupos forem encerrados, os confrontos serão determinados automaticamente conforme as regras da competição.
O sistema pode parecer complicado à primeira vista, mas garante que todos os cruzamentos sejam conhecidos antecipadamente e definidos apenas pelo desempenho das seleções dentro de campo.



