Morreu neste domingo (18) Raul Jungmann, ex-ministro da Defesa (2016-2018) e da Segurança Pública (2018) no governo de Michel Temer, aos 73 anos. O ex-ministro faleceu no Hospital DF Star, em Brasília, onde estava internado recebendo tratamento contra um câncer no pâncreas.
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A última função pública de Jungmann foi como diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Em nota, o instituto informou que o velório será restrito, com participação apenas de familiares e amigos próximos.
“Jungmann será lembrado por sua competência, visão estratégica, capacidade de articulação e pelo legado de diálogo e ética que deixa não apenas na mineração, mas em toda a vida pública brasileira”, destacou o Ibram, ressaltando a influência e o respeito conquistados por ele ao longo de décadas de serviço público.
Antes de sua atuação na Defesa e Segurança Pública, Jungmann também ocupou o cargo de ministro do Desenvolvimento Agrário (1999-2002) durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC).
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Natural de Pernambuco, iniciou sua trajetória política como vereador do Recife (2013-2014) e foi deputado federal pelo estado em dois mandatos (2003-2010 e 2015-2016), destacando-se pelo comprometimento com políticas públicas e pela postura ética em todas as funções que desempenhou.
Em nota, Michel Temer lembrou o ex-ministro como “um brasileiro que soube servir ao país”. “Por onde passou deixou sua marca. Fosse como ministro da Reforma Agrária, ministro da Defesa e Segurança Pública, fosse como grande parlamentar”, acrescentou o ex-presidente, ressaltando o legado de Jungmann na política nacional.
Ao longo de sua carreira, Raul Jungmann foi reconhecido pela capacidade de diálogo, visão estratégica e dedicação à vida pública, deixando contribuições marcantes tanto na área da segurança quanto na agricultura e mineração.
Seu falecimento representa uma perda significativa para a política brasileira e para as instituições que ele serviu com ética e competência.




