Acusação avalia o resultado do julgamento pela morte de policial

Para um dos assistentes, a sentenças dos acusados traz à sociedade uma maior sensação de justiça

Com o fim do julgamento dos oito acusados pela morte do policial militar Marcos Alberto Burzanello, ocorrido durante três dias na comarca de Tangará, culminando nas sentenças de prisão para todos os envolvidos, o assistente de acusação, Marcos Both, fala sobre o resultado.

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“Foram três dias de intenso trabalho, onde defesa e acusação se dedicaram muito para o caso. E com a decisão tivemos um resultado muito positivo para a sociedade de Tangará, Santa Catarina e Brasil. Acredito que a justiça foi feita, que a família irá se sentir um pouco mais confortada em decorrência dessa condenação e, a sociedade como um todo terá uma maior sensação de justiça”, declarou.

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Os sentenciados

Os réus, Angelica Pedroso Davila, Aldair Henrique de Souza Dalabrida, Pedro Paulo Camargo Silva, Daniel Ribeiro Galvão, Deivid Roberto Andrade, Diuli Carine de Moraes, Jonathan Henrique Veiga Ribeiro e Ricardo da Costa, enfrentaram acusações de homicídio com quatro qualificadoras.

A maior pena foi de 22 anos de prisão em regime fechado para David. Com 19 anos e 3 meses de reclusão em regime fechado a segunda maior pena foi para Daniel. Já Angelica, Aldair e Diuly foram condenados a 18 anos também em regime fechado. Jonathan foi condenado a 18 anos e 2 meses, regime fechado. E em regimes semi-aberto duas condenações de 5 anos e 4 meses, para Ricardo e Pedro Paulo.

Relembre o caso

O crime aconteceu na noite de 3 de dezembro de 2022, em frente a uma boate localizada no Centro da cidade. Os réus envolveram-se em uma briga generalizada após serem expulsos do estabelecimento. Burzanello estava de folga, mas identificou-se como policial militar para tentar acalmar os ânimos e acabou virando alvo.

Ele foi agredido com socos, chutes, pedras e garrafas de vidro em diversas partes do corpo, principalmente na cabeça. Os agressores tentaram tomar dele o revólver, e um projétil acabou atingindo sua perna esquerda, provocando uma grande perda de sangue.

O policial foi levado às pressas para o Hospital Universitário Santa Terezinha, em Joaçaba, a 40 quilômetros do local do crime. Chegou a receber atendimento, mas não resistiu e morreu, deixando a esposa e três filhos.

Assista o vídeo completo sobre o julgamento, com entrevistas

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Fonte:
Alessandro Schneider | Portal RBV

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