Ver resumo
- O Brasil registrou 308.440 ocorrências de roubo e furto de veículos no ano de 2025.
- A Loovi Seguros divulgou o ranking dos dez automóveis mais visados no primeiro semestre de 2026.
- Apenas 27,8% da frota de automóveis do país possuía algum tipo de cobertura de seguro no fim de 2025.
Os carros mais roubados continuam a representar uma preocupação constante para os proprietários de veículos em todo o território nacional, mesmo diante de uma retração estatística nas ocorrências registradas recentemente.
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No decorrer do ano anterior, o país contabilizou 308.440 casos envolvendo a subtração de meios de transporte, o que representa uma média diária de aproximadamente 845 episódios.
Embora tenha ocorrido uma retração de 14,3% na comparação com o ciclo anterior, o volume total permanece expressivo para o setor de proteção patrimonial.
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Analisando os dados divulgados, os furtos representaram a maior parte das ocorrências, totalizando 203.949 registros, enquanto os roubos somaram 104.491 casos.
O ritmo da diminuição foi distinto entre as modalidades, visto que as ocorrências com abordagem direta à vítima apresentaram uma queda mais acentuada do que aquelas em que o veículo é levado sem contato pessoal. Essa dinâmica evidencia que a subtração de veículos sem abordagem direta à vítima continua sendo um desafio significativo para os motoristas.
Ranking dos carros mais roubados
Para traduzir os dados gerais em uma perspectiva voltada ao consumidor, uma análise elaborada pela Loovi Seguros mapeou os dez modelos que lideram o índice de ocorrências no primeiro semestre do ano em curso. A listagem oficial é encabeçada pelo Ford Ka, seguido por Chevrolet Onix, Volkswagen Gol, Hyundai HB20, Renault Sandero, Fiat Argo, Renault Logan, Fiat Uno, Fiat Pálio e Volkswagen Voyage, demonstrando quais unidades concentram maior atenção das estatísticas.
A alta incidência sobre determinados exemplares está atrelada a fatores como a demanda expressiva por componentes no mercado clandestino, a fragilidade de projetos mais antigos e a descontinuidade de fabricação de certas linhas. Como exemplo, o encerramento da produção nacional do Ford Ka pode ampliar a procura por componentes de reposição.
Proteção veicular e panorama do mercado
A divulgação do levantamento aponta que a distribuição dos riscos não ocorre de forma igualitária, variando conforme a quantidade de unidades em circulação, a região geográfica e o perfil de utilização. Quézide Cunha, que atua como CEO da empresa responsável pelo estudo, aponta que estatísticas transparentes auxiliam na tomada de decisões voltadas à aquisição e reforçam a necessidade de contar com resguardo financeiro adequado. Segundo o executivo, a introdução de dados claros na escolha de compra contribui para que o condutor compreenda a exposição real do seu bem.
O CEO destaca ainda que a perda integral de um patrimônio construído ao longo de anos impacta profundamente o proprietário, deixando de ser apenas um dado estatístico. Enquanto algumas companhias tradicionais impõem restrições de cobertura para automóveis antigos ou fora de linha, empresas de perfil tecnológico buscam alternativas para absorver essa parcela desassistida. O cenário geral do mercado revela que apenas 27,8% da frota de automóveis possuía cobertura securitária ao término do ano anterior, deixando a expressiva maioria dos proprietários sem respaldo formal contra perdas patrimoniais.
Fundada em 2019 com foco em soluções digitais para o setor, a operadora atua em milhares de municípios brasileiros utilizando tecnologia para simplificar a análise de risco e a formalização de contratos. Quézide Cunha reforça que a missão do setor vai além do pagamento de indenizações após o sinistro, englobando também a disseminação de orientações preventivas e o acesso a alternativas que muitos consumidores desconhecem diante de um cenário desafiador para quem depende do transporte automotivo.
Fonte: Com informações de Guararema News
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