O atropelamento que resultou na morte da gerente do Restaurante Parada Matinhos, na BR-116 em Papanduva, Planalto Norte de Santa Catarina, pode ter tido início após uma discussão da vítima, Mariane de Fátima Hilko, de 33 anos, com um passageiro que não tinha dinheiro para pagar sua refeição.
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Conforme os relatos, pouco antes do acidente ocorria uma discussão envolvendo o pagamento de uma refeição consumida por passageiro do ônibus. Durante a tentativa de resolver a situação, a funcionária foi até o veículo para conversar diretamente com o motorista. Em determinado momento, o ônibus acabou se deslocando para frente e atropelou Mariane, rompendo também a mureta de proteção e invadindo parcialmente o restaurante.
Na chegada dos bombeiros, a vítima encontrava-se embaixo do ônibus, próxima aos destroços da mureta de proteção, apresentando ausência total de sinais vitais e múltiplas lesões traumáticas. Após avaliação, o óbito foi constatado e o local permaneceu preservado e isolado para os procedimentos periciais da Polícia Científica.
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As circunstâncias que resultaram no deslocamento do ônibus e na invasão do restaurante ainda não foram esclarecidas e serão investigadas pelas autoridades.
O motorista do ônibus foi levado ao hospital para passar por avaliação médica. Ele também realizou o teste do etilômetro, que apresentou resultado negativo, descartando a ingestão de bebida alcoólica.
Testemunhas que presenciaram o acidente foram identificadas e qualificadas para prestar depoimento e contribuir com o esclarecimento dos fatos.





