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Preços sobem 0,46% no mês de maio, segundo IPCA

Ainda em abril, os preços subiram 0,38%, o que evidencia um padrão de aceleração na inflação brasileira. Confira a inflação de maio em cada segmento

Os preços subiram 0,46% no mês de maio, segundo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, que é considerado o índice oficial de inflação do país. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O aumento dos preços foi, sobretudo, devido ao grupo de alimentação e bebidas, que subiu 0,62% comparado a abril. Entre os alimentos, se destacam tubérculos, raízes e legumes — principalmente a batata, que disparou 20,61% em um mês.

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De acordo com o IBGE, as enchentes registradas no Rio Grande do Sul no mês passado já causam impactos na economia brasileira, o que contribui para o avanço da inflação. André Almeida, gerente da pesquisa, informou que o peso da capital Porto Alegre na inflação brasileira é de 8,61%, ficando atrás somente de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

“Em maio, com a safra das águas na reta final e um início mais devagar da safra das secas, a oferta da batata ficou reduzida. Além disso, parte da produção foi afetada pelas fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul, que é uma das principais regiões produtoras” diz o pesquisador.

Almeida também diz que os impactos do desastre ambiental no estado gaúcho poderão ser sentidos em diversas cadeias logísticas nos próximos meses: interrupções na cadeia produtiva, problemas logísticos, estragos no solo e perdas de equipamentos são alguns deles.

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Ainda em abril, os preços subiram 0,38%, o que evidencia um padrão de aceleração na inflação brasileira. Em 2024, a inflação já acumula alta de 2,27%. Em 12 meses, o indicador acumula avanço de 3,93%.

Desde outubro do ano passado, essa é a primeira vez que a inflação acumulada em 12 meses aumenta em relação ao que foi registrado no mês anterior.

Apesar dos aumentos, a inflação ainda não passou da meta do Banco Central do Brasil, que é de 3% para 2024 e pode variar entre 1,5% e 4,5%.

Mas o resultado superou as expectativas do mercado financeiro, que estipulava uma alta de 0,42% para a inflação no mês de maio.

Confira a inflação de maio em cada grupo

  • Alimentação e bebidas: 0,62%
  • Habitação: 0,67%
  • Artigos de residência: -0,53%
  • Vestuário: 0,50%
  • Transportes: 0,44%
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,69%
  • Despesas pessoais: 0,22%
  • Educação: 0,09%
  • Comunicação: 0,14%

Alimentos comuns no prato dos brasileiros estão mais salgados

A batata não foi o único alimento comum no dia a dia das famílias brasileiras a aumentar o preço no mês de maio. Segundo o IBGE, os destaques são a cebola, que teve alta de 7,94%, o leite longa vida, com aumento de 5,36%, e o café moído, com 3,42%.

“O leite está em período de entressafra e houve queda nas importações. Essa combinação resultou em uma menor oferta. Em relação ao café, os preços das duas espécies têm subido no mercado internacional, o que explica o resultado de maio”, comenta Almeida.

Um outro produto que sofreu alta nos preços em maio é o azeite de oliva. Nos últimos 12 meses até o mês passado, o preço do óleo disparou 49,05%, o que é consequência direta da seca que atinge a Europa.

O preço da alimentação no domicílio registrou uma desaceleração em relação ao mês anterior, apesar da inflação nos alimentos populares. Maio teve alta de 0,66%, enquanto abril teve de 0,81%. O dado está relacionado à queda de 2,73% no preço das frutas.

A alimentação fora do domicílio, por outro lado, aumentou. Maio registrou alta de 0,50% em comparação a uma variação positiva de 0,39% em abril. Os preços dos lanches e das refeições tiveram altas nesse subgrupo: 0,78% e 0,36%, respectivamente.

Inflação está maior em Porto Alegre do que em outros lugares

A área investigada pelo IPCA que teve maior variação nos preços foi Porto Alegre, segundo o IBGE, o que acontece por conta do maior desastre ambiental da história do Rio Grande do Sul.

Um outro produto que sofreu alta nos preços em maio é o azeite de oliva. Nos últimos 12 meses até o mês passado, o preço do óleo disparou 49,05%, o que é consequência direta da seca que atinge a Europa.

O preço da alimentação no domicílio registrou uma desaceleração em relação ao mês anterior, apesar da inflação nos alimentos populares. Maio teve alta de 0,66%, enquanto abril teve de 0,81%. O dado está relacionado à queda de 2,73% no preço das frutas.

A alimentação fora do domicílio, por outro lado, aumentou. Maio registrou alta de 0,50% em comparação a uma variação positiva de 0,39% em abril. Os preços dos lanches e das refeições tiveram altas nesse subgrupo: 0,78% e 0,36%, respectivamente.

Inflação está maior em Porto Alegre do que em outros lugares

A área investigada pelo IPCA que teve maior variação nos preços foi Porto Alegre, segundo o IBGE, o que acontece por conta do maior desastre ambiental da história do Rio Grande do Sul.

Na capital do estado, o a inflação foi de 0,87% em maio, com altas em vários itens e destaque para os produtos básicos, como alimentos e combustíveis.

“A situação de calamidade acabou afetando a alta dos preços de alguns produtos e serviços. Em maio, as principais altas foram da batata-inglesa (23,94%), do gás de botijão (7,39%) e da gasolina (1,80%)” comenta Almeida, especialista do IBGE.

Saiba a variação e o peso de cada capital no IPCA nacional

  • Porto Alegre: alta de 0,87% e peso de 8,61%
  • São Luís: alta de 0,63% e peso de 1,62%
  • Belo Horizonte: alta de 0,63% e peso de 9,69%
  • Aracaju: alta de 0,60% e peso de 1,03%
  • Salvador: alta de 0,58% e peso de 5,99%
  • Fortaleza: alta de 0,55% e peso de 3,23%
  • Vitória: alta de 0,51% e peso de 1,86%
  • Curitiba: alta de 0,49% e peso de 8,09%
  • Rio de Janeiro: alta de 0,44% e peso de 9,43%
  • Recife: alta de 0,43% e peso de 3,92%
  • Campo Grande: alta de 0,42% e peso de 1,57%
  • São Paulo: alta de 0,37% e peso de 32,28%
  • Brasília: alta de 0,34% e peso de 4,06%
  • Rio Branco: alta de 0,19% e peso de 0,51%
  • Belém: alta de 0,13% e peso de 3,94%
  • Goiânia: queda de 0,06% e peso de 4,17%

Outros grupos que impactam a inflação

A habitação teve um aumento de 0,67% nos preços no mês de maio, o que registra o segundo maior impacto para a inflação no mês, segundo o IBGE.

A alta aconteceu principalmente devido ao aumento médio de 0,94% na energia elétrica residencial no país. A taxa de água e esgoto subiu, junto do gás encanado, com altas de 1,62% e 0,30%, respectivamente.

O grupo de saúde e cuidados pessoais, apesar de não representar o maior peso no índice geral, obteve a maior variação percentual no mês de maio, com uma alta de 0,69% que acontece pelo avanço de 0,77% nos preços dos planos de saúde.

Os itens de higiene pessoal também encareceram, com aumento de 1,04% por conta dos perfumes (2,59%) e produtos para pele (2,26%).

“Maio é marcado pelo Dia das Mães, que colaborou para o aumento de preços dos perfumes, artigos de maquiagem e produtos para pele” diz André Almeida.

Já no grupo de Transportes, que teve aumento de 0,44%, os itens principais também são destaque. As passagens aéreas representam o principal aumento, com 5,91% em maio, na primeira alta do ano. Já os preços dos combustíveis tiveram aumento de 0,45%, representados pela alta de 0,53% no etanol, 0,51% no óleo diesel e 0,45% na gasolina.

INPC tem aumento de 0,46% em maio

A referência para reajustes do salário mínimo, que calcula a inflação para famílias baixa renda, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), teve alta de 0,46% em maio. Em abril, a alta era de 0,37%.

O INPC acumula alta de 2,42% anual e de 3,34% nos últimos 12 meses. Em maio do ano passado, era de 0,36%.

Fonte:
NSC Total

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