Cardápio físico passa a ser obrigatório em estabelecimentos comerciais de SC

A lei foi publicada no Diário Oficial na quinta-feira (22) e os estabelecimentos têm 90 dias para se adaptar

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), sancionou recentemente uma lei que determina que todos os estabelecimentos comerciais do estado disponibilizem cardápio físico aos clientes. A nova medida, publicada no Diário Oficial na quinta-feira (22), tem como objetivo garantir que todos os consumidores tenham acesso às opções do menu, mesmo sem recursos digitais.

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP E RECEBA NOTÍCIAS

Com a aprovação da lei, os locais que utilizam exclusivamente QR Code ou outros sistemas digitais não poderão mais dispensar o cardápio impresso.

Publicidade

Restaurantes, lanchonetes, hotéis, motéis e estabelecimentos similares devem se adequar à regra dentro do prazo estipulado, garantindo que todos os clientes tenham a possibilidade de consultar o menu de forma tradicional.

Objetivo da lei e importância para o consumidor

O projeto, de autoria do deputado Vicente Caropreso (PSDB), foi aprovado pela Alesc (Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina) em dezembro do ano passado.

O parlamentar justificou que a medida “visa garantir dignidade a pessoas idosas, com deficiência, a quem tem pouca familiaridade com tecnologia ou simplesmente não possui um smartphone moderno”.

Segundo a lei, os estabelecimentos devem disponibilizar pelo menos um cardápio impresso ou um mural com preços e produtos sempre que adotarem o modelo digital.

Atualmente, menus digitais são oferecidos comumente por QR Code, tablets, totens, celulares ou outros equipamentos eletrônicos.

O descumprimento da lei poderá gerar multas aos responsáveis pelo estabelecimento, e os proprietários têm 90 dias a partir da data de publicação para se adequar à nova regra.

Reação do setor de bares e restaurantes

Durante a tramitação do projeto em 2025, a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) em Santa Catarina se posicionou contra a medida. A presidente da entidade, Juliana Debastiani, afirmou que a lei “vai onerar ainda mais o setor que já está endividado”.

Ela também criticou a interferência do poder público na gestão privada, dizendo:

“É uma interferência indevida na iniciativa privada e vai prejudicar milhares de estabelecimentos que já investiram em menus digitais, especialmente via QR Code, e que agora terão que destinar novos recursos para a produção de cardápios em meio físico”.

Nossas Redes Sociais

YouTube

Facebook

Instagram

Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações ND Mais

Participe do grupo no Whatsapp do Portal RBV e receba as principais notícias da nossa região.

*Ao entrar você está ciente e de acordo com todos os termos de uso e privacidade do WhatsApp

Últimas Notícias

Caçador Futsal encara Marcílio Dias pela Copa Santa Catarina

O Caçador Futsal vive a expectativa de um confronto...

Primeiros casos de greening são confirmados no Rio Grande do Sul

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou nesta...
01:00:57

RBV Notícias Videira e Tangará – 09/06/2026 – Edição 1568

https://www.youtube.com/watch?v=lsGjWKf_p1s

Café com Notícias – 09/06/2026

https://www.youtube.com/watch?v=nMb8pgdEdrA

Pesquisa da Unoesc ganha destaque internacional em congresso nos Estados Unidos

A produção científica desenvolvida pela Universidade do Oeste de...

Canoinhas conhece a nova realeza da 25ª Fesmate

Canoinhas já conhece as representantes que terão a missão...

Macieira debate reajuste salarial e valorização de servidores

A prefeita Simone Zanella reuniu nesta terça-feira (09) os...