Empresa cria “caneta emagrecedora” para gatos e cães

O MEOW-1 é um implante subcutâneo que libera um agonista de GLP-1, similar às canetas Ozempic e Mounjaro

A febre das canetas emagrecedoras, como Ozempic e Mounjaro, pode ganhar um novo público nos próximos anos: os animais de estimação. Uma empresa farmacêutica dos Estados Unidos iniciou testes de um medicamento voltado ao emagrecimento de gatos.

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A Okava Pharmaceuticals, sediada em São Francisco, começou a testar o MEOW-1, um implante subcutâneo que libera nos pets um agonista de GLP-1, semelhante aos usados nas canetas emagrecedoras humanas. A iniciativa representa uma inovação no cuidado veterinário e na saúde de animais domésticos.

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De acordo com a empresa, o ensaio clínico envolve 50 gatos durante seis meses.

O objetivo é desenvolver um medicamento capaz de reduzir o peso corporal, melhorar a saúde geral e prolongar a vida de cães e gatos. Além da perda de peso, o medicamento também pode auxiliar no tratamento de diabetes e doenças renais nos animais.

“Ao melhorar a saúde cardiometabólica por meio da administração contínua de um agonista do receptor de GLP-1, o MEOW-1 tem o potencial de melhorar a qualidade de vida, promover o envelhecimento saudável e se tornar a terapia de prolongamento da vida mais impactante disponível para gatos”, afirma a Okava em comunicado oficial.

O MEOW-1 é o primeiro ensaio clínico com GLP-1 voltado à perda de peso em cães e gatos, podendo revolucionar a medicina veterinária e oferecer alternativas além da dieta e do exercício físico.

É comum que gatos e cães acabem ganhando peso excessivo, o que aumenta riscos à saúde. Atualmente, a redução da alimentação e a prática de exercícios são os métodos mais comuns, mas nem sempre funcionam de forma eficaz.

“A restrição calórica, ou jejum, é uma das intervenções mais consolidadas para prolongar a vida e melhorar a saúde metabólica em gatos. Mas também é uma das mais difíceis de manter”, explica o CEO da Okava, Michael Klotsman. Ele completa: “O medicamento foi desenvolvido para imitar muitos dos efeitos fisiológicos do jejum, como melhora da sensibilidade à insulina, redução da massa gorda e metabolismo energético mais eficiente, sem exigir mudanças significativas na rotina alimentar ou interromper o vínculo humano-animal que muitas vezes gira em torno da comida”.

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Fonte:
Silvia Zatta | Portal RBV | Com informações Metrópoles

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